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Seu objetivo principal era dar lugar a reflexões sobre a cultura e o desenvolvimento no século XXI. Igual que o setor meio-ambiental e seus ativistas estenderam suas preocupações sobre a qualidade de vida à segmentos mais amplos da população, também as organizações impulsoras, consideram que a integração da cultura e mercado requer a definição de um novo marco compartido com questionamentos sociais, éticas e criativas, sobre a capacidade regeneradora das culturas. Os direitos culturais formam parte fundamental dos direitos humanos e já não se crê que pertençam unicamente aos grupos e línguas minoritárias, mas também a um marco mais extenso de compreenção cultural. O Diálogo “Direitos Culturais e Desenvolvimento Humano” respondia a dois tipos de objetivos. Por um lado, aspirava unir contribuições realizadas nos últimos 15 anos para redefinir o apartado de direitos culturais que conforme o artigo 15 do Pacto Internacional das Nações Unidas sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais. Mais especificamente, se centrava no artigo 15.1(a), relativo ao “direito a participar na vida cultural”. O segundo objetivo do Diálogo, que guarda uma estreita relação com o anterior, também confrontava com uma linha de trabalho das Naçõoes Unidas; em concreto, a que elabora o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) mediante o Informe sobre Desenvolvimento Humano, que em sua recente edição 2004 se centrou na relevância da liberdade cultural para o desenvolvimento humano. Muitos dos eforços realizados por UNESCO e por outras oraganizações acadêmicas ou governamentais também tentaram introduzir indicadores culturais na definição do desenvolvimento humano. A relação entre ambos objetivos ficava garantida pelo fato de que advogar pelos direitos culturais sem medições adecuadas que verifiquem seu cumprimento, pode não dar resultados práticos, enquanto que debater sobre indicadores sem uma referência sólida aos direitos culturais suporia perder a qualidade intercultural exigível para um posicionamento global nesta matéria. Os principais objetivos específicos do Diálogo eram os seguintes: Debater os elementos chave do Direito a Participar na Vida Cultural, direito definido no Artigo 15 do Pacto Internacional de Direitos Económicos, Sociais e Culturais das Nações Unidas. Identificar possíveis indicadores para medir a contribuição da cultura ao desenvolvimento humano, que podem ser úteis tanto ao Índice de Desenvolvimento Humano do PNUD como a outros processos de investigação e a elaboração de políticas. Desenvolver um plano de ação para a investigação, a formação e a ação no ámbito cultural como elemento essencial para o desenvolvimento, garantindo a continuidade dos temas abordados ao longo do Diálogo e somando-se a outras iniciativas civís, públicas e privadas que situam a cultura no centro das estratégias de desenvolvimento. O Diálogo “Direitos Culturais e Desenvolvimento Humano” foi organizado pela Fundação Interarts, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciencia e a Cultura (UNESCO), a Agência Española de Cooperação Internacional (AECI) e o Fórum de Barcelona 2004. As tarefas de secretaria técnica e coordenação de conteúdos do evento ficaram a cargo da Fundação Interarts. Mais de 700 pessoas participaram nas sessões, nas que se utilizaram quatro idiomas: catalão, castellano, francês e inglês. O Diálogo se celebrou no Centro Internacional de Convenções de Barcelona, no marco do Fórum Universal das Culturas – Barcelona 2004, um evento que teve lugar nesta cidade entre 9 de maio e 26 de setembro de 2004. Na segunda-feira, dia 23 de agosto, se celebrou uma conferência preliminar anexa ao Diálogo, titulada Os espaços multiculturais na mundialização, organizada pela Organização de Estados Iberoamericanos para a Educação, a Ciencia e a Cultura (OEI), a Organização Internacional da Francofonía (Organisation Internationale de la Francophonie, OIF), a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) e a União Latina (UL). O encontro era o terceiro na linha de trabalho dos “Três espaços linguísticos”, que reune a organizações dos três espaços mencionados. O Diálogo “Direitos Culturais e Desenvolvimento Humano” foi dedicado à memória de Eduard Delgado i Clavera (1949-2004), fundador da Fundação Interarts. Ele foi o inspirador do Diálogo, e sua visão serviu para que muito compreendessem a relação entre políticas culturais e direitos humanos. Ao longo do Diálogo, vários participantes destacaram o fato de que a própria vida de Eduard Delgado foi uma prova de sua crença no diálogo cultural, a interação e a cooperação cultural. Trabalhos preparatórios Antes do acontecimento, as entidades organizadoras do Diálogo realizaram várias atividades preparatórias com o objetivo de assegurar que todas as vozes seriam escutadas e que o Diálogo não seria um paso ilhado, mas parte de um processo contínuo e a longo prazo. Nos meses anteriores ao Diálogo, as reuniões de expertos e as consultas internacionais realizadas, serviram para ilustrar os elementos chave que seriam debatidos em Barcelona. As reuniões regionais contribuiram ao processo proporcionando informação e experiências de expertos locais e internacionais e permitindo as consultas com agentes da sociedade civil, ao objeto de construir o diálogo entre os distintos objetos de processo. Entre estas reuniões se acham o encontro de expertos sobre indicadores culturais (Barcelona, novembro de 2003), o seminário sobre indicadores culturais do desenvolvimento humano em África (Maputo, marzo de 2004; co-organizando com UNESCO, NEPAD/ Unión Africana e o Observatório de políticas culturais em África OCPA, em agosto de 2004 se celebrou uma reunião de seguimento deste seminário), a conferência sobre diversidade cultural e direitos culturais (São Paulo, abril de 2004; coorganizada com Arte sem Fronteiras) e a reunião de expertos sobre direitos culurais (Ammán, abril de 2004; cuja presidêcia de honra racaiu em sua Alteza Real o Príncipe Hassan de Jordania). Ao final de cada um destes encontros se elaboraram extensos informes, que foram postos a disposição dos participantes do Diálogo. Por outra parte, com o objetivo de explorar as percepções regionais sobre direitos culturais e que aspectos eram considerados prioritários desde a ótica das pessoas, as organizações e as comunidades, e para identificar elementos e ferramentas para a planificação de políticas, o processo utiliza um questionário como meio de trabalho. Este foi distribuído a mais de 4.500 pessoas e organizações identificadas previamente, de todos os continentes. Proporciona uma aproximação interessante a questão e aspira servir como ponte entre o mundo acadêmico e as realidades das comunidades culturais. Os resultados das análises preliminar foram apresentadas por Annamari Laaksonen no decorrer do Diálogo. A segunda fase da investigação terá seu início depois deste encontro. Desenvolvimento do Diálogo Alcance dos direitos culturais e o desenvolvimento humano O Diálogo se caracterizou pela grande diversidade de agentes que participaram e o amplo leque de temas a debate. Organizações intergovernamentais, artistas, organizações de direitos humanos, agências de desenvolvimento, governos nacionais, acadêmicos e investigadores compartilharam quatro dias de debate e discussão construtiva. Ele pode ser prova tanto do crescente número de entidades e setores que fazem referências a cultura como da capacidade do setor cultural para ampliar suas visões. Além do mais, o Diálogo foi uma tentativa de unificar as realidades da gestão cultural local e o trabalho social com os debates internacionais em campos como os direitos humanos e a diversidade cultural, o que fez que entre os lugares de origem e os temas de interesse dos participantes tivesse uma grande diversidade. No decorrer do Diálogo pediu-se que o setor cultural abordasse os principais desafios aos que se enfrenta o desenvolvimento humano hoje em dia: a pobreza, os conflitos ou a democracia, entre outros. Este pedido formou parte da contribuição de Alfons Martinell na sessão de abertura de terça-feira, 24 de agosto, enquanto que – ao objeto de lutar contra a discriminação e a exclusão – três dias mais tarde Jesús Martín Barbero reclamou uma reinvenção da democracia para fazer possivél uma qualidade de vida em que a cidadania faça cargo das diferenças. Amar Galla, na sessão “Cultura e desenvolvimento. Experiências e perspectivas” recordou que para muitas comunidades a conservação cultural é crucial e que os aspectos culturais são fundamentais para lutar contra a pobreza, enquanto que a sessão plenária titulada “Cultura e qualidade de vida: quais são os parámetros?”, de sexta-feira 27, presenciou uma intervenção de Mércia Brito, quem descreveu como as produções de Nós do Cinema haviam permitido às comunidades locais do Brasil fazer ouvir suas vozes e ser mais conscientes dos efeitos potenciais da participação cultural. A mesma noção de direitos culturais, e sua interdepedência com os outros direitos humanos, é em si mesma uma contribuição à relação entre setor cultural e outros âmbitos. Os participantes da sessão “Os direitos culturais em perspectiva”, celebrada quinta-feira, 26 de agosto, abordaram uma grande diversidade de pontos de vista sobre a relação entre os direitos culturais e outros direitos económicos e sociais como a saúde a moradia adequada, enquanto que numerosos ponentes, como Sydney Bartley na sessão “Cultural e qualidade de vida: quais são os parâmetros? e os participantes da oficina sobre Políticas culturais de terça-feira 24, destacaram a relação existente entre a educação e a cultura e reclamaram que esta, fosse reconhecida na elaboração de políticas e indicadores culturais. Os participantes da oficina sobre Minorias (quinta-feira, 26) destacaram a relevância dos direitos à terra e recomendaram a criação de políticas culturais para as comunidades culturais menos representadas. As contribuições de profissionais de âmbitos como a arquitetura, o desenho urbano e a imigração também serviram para destacar a necessidade de tomar em consideração os aspectos culturais nas políticas realcionadas con o desenvolvimento local. Alguns dos pontos de contato entre os direitos culturais e o desenvolvimento humano se viram reforçados com a edição 2004 Informe sobre Desenvolvimento Humano do PNUD. Isso, ficou refletido na intervenção de Sakiko Fukuda-Parr, diretora da Oficina do Informe sobre Desenvolvimento Humano, na sessão plenária inaugural do Diálogo, em que também se fez um chamado a que as instituições nacionais tomem em conta às crescentes pautas de multiculturalidade. O informe foi também objeto de análises em uma das oficinas celebradas na terça-feira 24, onde vários participantes – Azza Karma, Agustí Colomines, Alioune Sall, Joy Moncrieffe e Juan Erique Vega – debateram os requisitos necessários para que os sistemas políticos tomem em consideração a diversidade cultural interna em seus mecanismos institucionais. Com a inclusão da liberdade cultural na noção de desenvolvimento humano se estabelecem assim mesmo relações claras com as outras dimenções de desenvolvimento; assim, é necesario que os operadores culturais sejam conscientes dos desafios de deselvolvimento econômico, social e político e se comprometam com eles. Durante sua intervenção na jornada de encerramento, Alioune Sall estabeleceu vínculos estreitos entre a diversidade cultural e as transformações nas esferas política e econômica, e destacou o pluralismo político, a luta contra a pobreza e o acesso ao mercado entre as questões a abordar necesariamente para garantir as identidades culturais e a diversidade cultural. Colaborar com recursos para que as pessoas e as comunidades culturais possam fazer cargo de seu próprio desenvolvimento se converteu em um dos temas recorrentes do Diálogo. Muitos apresentadores destacaram a pluralidade do contexto e reclamaram ações comuns. No dia 27 de agosto, na sessão “Cultura e qualidade de vida: “quais são os parámetros”?, Jesús Martín Barbero sugeriu uma nova cooperação internacional, como nova institucionalidade que potencie a capacidade de producir e criar cultura a partir do medo social; Liu Thai Ker recordou os problemas das identidades neutralizadas nas sociedades multiculturais; Alioune Sall reclamou capacitação para que as pessoas possam administrar seu futuro e gerar e gestionar o conhecimento para não esquecer a memória; Mércia Brito falou de desenvolver sensibilidades para com outros; e Sydney Bartley, mesclando referências culturais de diferentes continentes, demonstrou que as identidades não são estáticas e que a multiculturalidade não é uma escolha mas um fator que existe em cada um. Tanto no processo preliminar como na mesma estrutura do Diálogo tentou-se incorporar um amplo leque de perspectivas regionais. Nas sessões plenárias incluiram-se pontos de vista de distintas regiões, como demonstrou a sessão “Cultura e desenvolvimento. Experiências e perspectivas”, que agrupou apresentações de ponentes de Japão, Mozambique, Noruega, Botswana e Australia. Masayuki Sasaki se centrou na função das indústrias criativas nos processos de regeneração urbana e reclamou maior participação cidadana na criatividade. Lupwishi Mbuyamba recordou que o êxito de uma sociedade depende da força de sua cultura, de modo que toda política de desenvolvimento deve impor o valor da cultura. Também analisou questões relativas à observação de políticas culturais, e sugeriu uma série de premissas a partir das quais estabelecer observatórios de políticas culturais: a liberdade cultural como elemento do desenvolvimento humano, e indicadores culturais que se relacionem com as necessidades e aspirações fundamentais das comunidades e se integrem nas grandes estratégias de desenvolvimento. Johan Galtung destacou a relevância do diálogo e a aprendizagem mútua, enquanto Alinah Segobye reclamou que se integre uma aproximação cultural nas estratégias contra o HIV-AIDS. Finalmente, Amar Galla apontou a necessidade de integrar a presenvação cultural e o desenvolvimento comunitário e assinalou a importância de que as comunidades participem ativamente e controlem as estratégias de luta contra a pobreza. Grandes questões As quatro jornadas do Diálogo aspiravam aclarar debates atuais sobre questões como os direitos culturais, o desenvolvimento humano e os indicadores para medir a contribuição da cultura ao desenvolvimento. A relação entre estas questões foi objeto de exploração tanto em sessões plenárias como em oficinas, além da atenção que se prestou, especificamente, a cada um dos grandes temas ao longo do evento. Direitos culturais: entre os principais objetivos do Diálogo estava profundizar nas implicações práticas dos direitos culturais tal como os define o Artigo 15 do Pacto Internacional de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais (PIDESC) e especialmente o artigo 15.1(a), que estabelece que “Os Estados partes (…) reconhecem o direito de toda Pessoa a (…) participar na vida cultural”. Ivonne Donders, da Divisão de Direitos Humanos e Luta contra a Discriminação da sede da UNESCO em París, elaborou antes do Diálogo um artigo de fundo sobre o marco legal do direito a participar na vida cultural, que foi distribuído em quatro versões linguísticas a todos os participantes. Junto a Juan Erique Vega, Stephen Marks, Miloon Kothari e Nawal el-Saadawi, Donders tomou parte em uma sessão plenária titulada “Direitos culturais em perspectiva”, na manhã de quinta-feira, dia 26 de agosto. Entre as principais ideáis debatidas no decorrer da sessão, se achavam a inter-relação e interdependência dos direitos culturais com os outros direitos humanos, a imabilidade de invocar os direitos e as práticas culturais para infringir outros direitos humanos, as obrigações dos Estados de repeitar e garantir os direitos culturais e prevenir e denunciar sua violação, assim como a obrigação dos agentes não estatais de promover sua aplicação, o lugar da identidade cultural em relação com os direitos humanos, a conveniência de criar novos instrumentos para abordar o direito à identidade cultural e a relação entre direito e poder. Os participantes nas oficinas temáticas também puderam fazer suas aportações sobre as formas de exercer os direitos culturais em cada uma de suas áreas de interesse. Deste modo, receberam colaborações de muitas sessões mas centradas no papel da cultura dentro do desenvolviemento humano. Os direitos cuturais também têm seu lugar no Informe sobre Desenvolvimento Humano 2004 del PNUD, apresentado no Diálogo, e a necessidade de indicadores que saibam valorizar a posição dos direitos culturais na prática, o que foi analizada em várias sessões, como a oficina sobre Políticas culturais de 24 de agosto. Desenvolvimento Humano: Além de uma exposição de Sakiko Fukuda-Parr sobre os principias conteúdos do último Informe sobre Desenvolvimento Humano, que trata da liberdade cultural e a diversidade como elementos essenciais do desenvolvimento humano, as referências a este tema foram uma constante em todas as sessões. Ele pode perceber nas numerosas reflexões sobre a contribuição que as práticas culturais, a participação cultural ativa e a sensibilidade aos fatores culturais podem fazer na elaboração e a implementação de projetos e políticas de desenvolvimento, seja insertando uma abordagem cultural nas políticas elaboradas para lutar contra o HIV-AIDS, compreendendo que o fomento da expressão cultural contribue ao fortalecimento da sociedade civil e ao conhecimento, apoiando a capacidade das culturas locais de estar presentes na cena internacional ou garantindo a diversidade cultural local como premissa das iniciativas de desenvolviemtno, entre outros. Várias sessões ofereceram oportunidades para explorar a relação entre a cultura e outras dimensões do desenvolvimento humano: houve chamadas, por exemplo, a uma maior cooperação entre os campos da educação e a cultura, a um reconhecimento mais profundo do papel da cultura nas práticas sanitárias e a uma compreenção da contribuiçao da cultura para o desenvolvimento econômico por parte dos agentes do setor cultural. Também demonstrou-se que os indicadores continuam sendo mais fáceis de utilizar nos termos quantitativos, por exemplo no terreno da economia, o que pode significar um problema cultural. A relação do desenvolvimento humano e os indicadores materializou-se no reconhecimento, por parte de muitos dos presentes, da contribuição que o trabalho do PNUD faz à identificação de indicadores culturais do desenvolvimento humano e na apresentação do documento estratégico sobre Indicadores Culturais do Desenvolvimento Humano na África. Por sua parte, a relação do desenvolvimento humano com os direitos culturais foi abordada na medida em que palavras chave como a participação – e o direito a participar na vida cultural – receberam a atenção dos debates relativos aos requisitos do desenvolvimento humano. Indicadores: Na sua conferência inicial de 24 de agosto, o professor George Yúdice reclamou o estabelecimento de uma infra-estrutura informativa e analíitca que permita à elaboração de políticas culturais tomar em consideração a transcendência da cultura em termos amplos; a tal objeto, necessita-se informação e indicadores. Identificar indicadores o clústers para medir a contribuição da cultura ao desenvolvimento humano era um dos objetivos do Diálogo, e se sugeriu especialmente aos participantes que contribuiram no decorrer das oficinas na parte da tarde. Ainda que produziram poucos avances definitivos, e pese reconhecer as dificultades de obter uma lista clara de indicadores que possam englobar todos os temas em jogo, indentificaram-se algumas áreas prioritárias em construir indicadores: participação, implicação da sociedade civil e coesão social; conservação; diversidade cultural; vitalidade cultural; acesso; consumo; identidade. Vários apresentadores estiveram de acordo em que os indicadores e a informação com que estes podem contribuir são requisitos essenciais para o progresso das políticas culturais e o reconhecimento da cultura como uma chave do desenvolvimento. Também se refletiu a necessidade de definir indicadores adequados às necessidades de desenvolvimento percibidas pelas comunidades e de integrá-los em estratégias de desenvolvimento mais amplias. A apresentação por parte de Alioune Sall do documento elaborado pelo Grupo de Trabalho sobre Indicadores Culturais do Desenvolvimento Humano em África, que indica uma série de campos prioritários e sugere indicadores para cada um, foi um exemplo claro da direção que muitos esperavam que adotem os seguintes passos do processo. Ideáis e reflexões compartidas Os pontos de vista descritos em seguida provêem das sessões plenárias, as oficinas e as conversações informais mantidas no decorrer do Diálogo, serve para perceber a atmosfera reinante ao longo do acontecimento: Os debates do setor cultural deveriam comprometer-se mais com os grandes objetivos e desafios de desenvolvimento internacional, como os objetivos do Milenio definidos pelas Nações Unidas e outras análises de desenvolvimento: pobreza, educação, insegurança, etc. Às vezes parece que os debates culturais tendem a ser exageradamente autorreferênciais, se bem se percebe um crescente interesse por alcançar un consenso em torno a resultados práticos. O Diálogo contou com a presença de representantes de muitos setores, e muitas vezes se reclamou a eliminação de divisões setoriais existentes; por exemplo, a necessidade de relacionar mais diretamente a cultura e a educação nas políticas de desenvolvimento, de lutar contra as raízes da exclusão social e econômica, etc. A cooperação entre setores é necessária porque, entre outras coisas, os sistemas e processos para promover a diversidade cultural são insuficientes se não vão acompanhados de mudanças na educação e nas estruturas mentais, incluída a forma de compreender a diversidade, os fatores sociais e econômicos que determinam o acesso e a participação culturais, etc. Existe um amplo consenso em torno à necessidade de refletir sobre os efeitos culturais da globalização. 99% das respostas ao questionário sobre direitos culturais distribuído a escala internacional por Interats antes do Diálogo, consideram que a globalizaçao tem efeitos sobre as vidas culturais da população. Recompilaram-se exemplos sobre efeitos positivos e negativos – a globalização como ameaça o como oportunidade para as identidades culturais e a diversidade cultural – e, em um contexto no qual as expressões culturais supõem elementos de conhecimento e de poder, prevaleceu a opinião de que era necessário atuar neste âmbito. Em relação a isso, vários apresentadores referiram-se aos efeitos dos meios de comunicação e das indústrias culturais. Estes podem ser ferramentas úteis para representar imagens de culturas diversas e promover os intercâmbios, mas também são responsáveis, em algumas ocasiões, de difundir prejuízos. Dirigiram-se algumas críticas a pouca atenção que, segundo alguns, o setor cultural dirige geralmente a estas questões. Existia um consenso geral em torno à vida de que havia chegado o momento de que a sociedade civil articulasse um movimento cultural a escala global, capaz de operar junto a agentes públicos e privados. Várias iniciativas, como o Fórum Cultural Mundial, o Fórum de Autoridades Locais para a Inclusão Social e a Rede Internacional para a Diversidade Cultural, já trabalham com esses objetivos, aos que o Diálogo fez novas contribuições. Ao mesmo tempo que advogavam pela necessidade de que a sociedade civil levantasse sua voz e se mobilizasse em torno a valores culturais, promovendo uma maior compreensão dos direitos culturais e do papel da cultura no desenvolvimento, os participantes indicaram que era necessário compartilhar a responsabilidade com outros setores. Vários apresentadores pediram que as políticas culturais se basassem em valores, e que entre estes valores se achasse os direitos culturais, e que se tivesse em conta as necessidades de desenvolvimento definidas pelas mesmas comunidades. A tal fim, ofereceram exemplos de metodologías participativas na elaboração de políticas culturais, como no programa Policies for CulturE de ECUMEST, e o fomento da cultura nos processos de desenvolvimento – como na iniciativa Aguante de la Cultura, na Argentina, ou no trabalho do Observatório de Políticas Culturais na África, com sede em Mozambique. Um dos principias objetivos do Diálogo era a definição de indicadores que ajudassem a analisar a contribuição da cultura ao desenvolvimento humano. Ainda que foi difícil avançar muito neste sentido, a maioria da opinião era que a eleição por parte do PNUD da liberdade cultural como tema principal do último Informe sobre o Desenvolvimento Humano significava um ponto de inflecção, e que os indicadores culturais – ou ao menos os indicadores de liberdade cultural – deveriam converter-se em básicos para futuros trabalhos de desenvolvimento humano. Outro passo importante foi a apresentação do documento estratégico Indicadores Culturais de Desenvolvimento Humano: em direção a uma perspectiva africana, que colabora com um marco explícito para o trabalho neste terreno. Vários apresentadores também destacaram a necessidade urgente de ferramentas para medir os elementos culturais com relevância para o desenvolvimento e que permitam às políticas culturais fundamentar-se em dados contrastantes. Neste sentido, o Diálogo foi testemunha de alguns avances para o estabelecimento de uma melhor infra-estrutura informativa. No decorrer de sessões plenárias e oficinas, destacaram-se vários casos nos quais, diferentes usos da cultura e a existência de ferramentas informativas suficientes, permitiram uma aproximação integrada ao desenvolvimento. Entre as iniciativas relevantes encontra-se a recente criação do Fórum Internacional sobre Indústrias Criativas por parte da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (UNCTAD), que aspira a recolher dados sobre a relevância das indústrias criativas para o desenvolvimento e a transferir boas práticas. As atividades realizadas pelos Arquivos Nacionais de Zimbabwe demonstram a importância de implicar as comunidades no recolhimento de informações e contribuição à memória coletiva. A Agenda 21 da Cultura, aprovada recentemente e que foi apresentada no Diálogo, é uma contribuição do Fórum de Autoridades Locais para a Indústria Social para o intercâmbio de informação e para otorgar ao desenvolvimento cultural, um lugar central nas políticas urbanas. Junto à necessidade de informação, reclamou-se um fortalecimento do trabalho em rede. O mesmo Diálogo proporcionou uma plataforma para que várias redes, como o European Forum for the Arts and Heritage (EFAH), Arte sem Fronteiras, a Asociación Internacional de Ciudades Educadoras, a European League of Institutes of the Arts (ELIA) e a Red Internacional para la Diversidade Cultural (INCD/RIDC), poderam apresentar suas atividades. Dada a sensibilidade crescente até a relação entre a cultura e setores comos os direitos humanos e o desenvolvimento, o trabalho em rede também deverá se estender para englobar as novas pessoas e novas organizações. Ferramentas de informação como o novo portal sobre direitos culturais de Interarts, apresentado no Diálogo, poderiam ser importantes para incrementar a informação disponível no campo dos direitos culturais, a diversidade cultural e os indicadores culturais do desenvolvimento humano. O Diálogo deu provas da crescente conscientização sobre a importância dos direitos culturais, como prova a declaração Universal da UNESCO sobre a Diversidade Cultural, mas também a afirmação de Miloon Kothari segundo a qual direitos humanos como o direito a uma moradia adequada têm dimensões culturais muito claras, as declarações de ICOMOS no terreno dos direitos e o patrimônio cultural, as apresentações de Stephen Marks e Ivonne Donders, que abordaram o estado atual da questão e indicaram as medidas necessárias para aumentar a conscientização sobre os direitos culturais, e os pedidos do PNUD para que os Estados tomassem em consideração a diversidade cultural e os direitos culturais em suas respectivas sociedades. Além da responsabilidade dos Estados, também se reclamou que os agentes não estatais participam no seguimento e a promoção da implantação dos direitos culturais. Palavras chaves e conceitos recorrente O Diálogo incluiu uma dezena de oficinas temáticas que tentavam se aproximar dos direitos culturais e o desenvolvimento humano desde distintas respectivas: Memória e patrimônio, Educação, Turismo, Diversidade, Redes artísticas, Políticas culturais, Criatividade, Línguas, Inclusão social, Desenvolvimento local e Acesso e participação, além de uma oficina que profundizou nos temas chaves e as conclusões del Informe sobre Desarrollo Humano 2004. Antes de cada uma das oficinas temáticas se recordou aos participantes que, considerando seus variados títulos, todas as sessões do Diálogo tratavam da cultura, os direitos culturais e o desenvolviemento humano. Deste modo, se convidava aos participantes a contribuir com reflexões às seguintes perguntas: Em que aspectos se estabelece a relação entre o tema do debate (por exemplo, a criatividade, o turismo, a educação, etc.), os direitos culturais e o desenvolvimento humano? Que políticas adequadas existem? Que exemplos de boas práticas existem? Que indicadores existem o deveriam existir? Elaboraram-se informes de resumo de cada oficina, que podem ser encontrados neste mesmo documento. Ainda que algumas sessões não alcançaram conclusões explícitas sobre os indicadores que se poderiam utilizar para medir a contribuição da cultura ao desenvolvimento humano, forneceram informação sobre um grande número de políticas, programas, iniciativas e projetos relevantes e muitas vezes destacaram temas chave para a elaboração de políticas. A pesar dos temas tratados nas sessões serem amplos e muito diversificados, alguns conceitos foram aparecendo recorrentemente ao longo do Diálogo, e por tanto inspiraram seus resultados finais. Os elementos que apresentamos em seguida querem representar um mapa conceitual de alguns dos temas que surgiram ao longo das jornadas. Participação – relevante no direito a participar na vida cultural; na necessidade de que as comunidades locais participem na definição dos objetivos para seu desenvolvimento; na necessidade de implicar-se na forma como se define a memória; a participação na elaboração de políticas públicas em escala local; as cidades sustentáveis em termos culturais e a importância da opinião pública; e a participação como valor, em torno a construir indicadores para avaliar a contribuição da vida cultural ao desenvolvimento humano. Memória coletiva – na necessidade de assegurar que se tenha em conta todos os pontos de vista para definir a memória de uma comunidade; uma memória compartida que deveria formar parte das políticas globais de todas as sociedades; a aprendizagem que dispõem as pessoas idosas; e o potencial de que a memória coletiva seja um instrumento de aprendizagem e de apoio ao desenvolvimento sustentável e coeso. Diversidade – como o objetivo ao que aspiram os agentes culturais em escala local, regional e internacional; um componente chave dos direitos culturais; objeto de mitos e prejuízos, que concebem a diversidade como ameaça à estabilidade; a premissa para que os mecanismos intitucionais saibam dar resposta à multiculturalidade existente; objeto de ameaças múltiplas e variadas, como as que supõem as relações desiguais do mercado, minorização, a pobreza, o desenvolvimento urbano incontrolado, etc.; a diversidade lingüística como um dos elementos da diversidade cultural; a tendência de algumas ofertas culturais orientadas ao mercado, em âmbitos como o turismo, a ignorar as diversidades existentes; os distintos projetos atuais, em organizações intergovernamentais como UNESCO e na sociedade civil para garantir um leque diverso de formas e expressões culturais; e a diversidade como valor, em torno a construir indicadores para avaliar a contribuição da vida cultural ao desenvolvimento humano. Inclusão social – como um dos objetivos das políticas públicas e de outras iniciativas no espaço público, entre as que claramente se incluem as do setor cultural; uma oportunidade gerada pelas mudanças sociais crescentes, como os que derivam das migrações; um objetivo que os agentes culturais deveriam incluir em suas agendas. Reconhecimento cultural – como única opção viável para as sociedades que aspirem a respeitar a diversidade e a multiculturalidade existentes; um critério guia na definição da memória coletiva; um elemento relevante tanto a escala individual como coletiva; uma demanda urgente em muitas sociedades. Globalização e identidade – uma relação tensa a ter em conta os agentes ativos no terreno cultural a diferentes níveis; um marco que gera oportunidades mediante o uso das indústrias culturais e criativas; o meio onde construir uma verdadeira sociedade civil global que respeite as identidades culturais e combata os prejuízos. Liberdade cultural – segundo a afirmação do PNUD, “[a]” liberdade cultural constitui uma parte fundamental do desenvolvimento humano considerando que, para viver uma vida plena, é importante poder escolher a identidade própria – o que um é – sem perder o respeito pelos demais ou se ver excluído de outras alternativas.”; uma das implicações claras e práticas dos direitos culturais; um elemento básico do desenvolvimento humano a nível individual e coletivo; e um valor para construir indicadores para avaliar a contribuição da vida cultural ao desenvolvimento humano. Aproximação cultural ao desenvolvimento – um requisito para os projetos de desenvolvimento que queiram alcançar a sustentabilidade; um processo de aprendizagem pelo qual as necessidades e questionamentos das comunidades locais sejam mais levadas em consideração, o que se traduz em distintas aproximações adequadas às prioridades locais de desenvolvimento: desde o HIV-AIDS até o impacto meio-ambiental do turismo cultural, passando pelos fluxos migratórios ou a participação política. Indústrias culturais e criativas – uma área necessária, ainda que às vezes é esquecida, a considerar em todas as avaliações da cultura e o desenvolvimento; uma ameaça potencial mas também uma possível forma de responder aos efeitos negativos da globalização; um tema de interesse emergente nas políticas urbanas; um meio no qual se formam e transmitem identidades; uma fonte de emprego e de desenvolvimento econômico com potencial, a pesar de ser um espaço onde se pode criar e ampliar os prejuízos; e possivelmente um terreno para desenvolver indicadores. Turismo cultural – um campo de relevância crescente, que opera em escala global e as reflexões em torno as quais devem incluir necessariamente o interesse pela sustentabilidade a longo prazo e a vontade de responder às demandas de setores locais como alheios; um terreno em que a diversidade cultural nem sempre é suficientemente visível; e um âmbito no qual cada vez mais se exploram as oportunidades para a criatividade e o intercâmbio. Aproximação cultural ao HIV-AIDS – um dos campos nos quais, hoje se pode explorar mais exaustivamente a relação entre cultura e desenvolvimento, em escala local e internacional, e nos quais as demandas culturais da população local podem se expresar mais claramente; uma questão na qual coincidem diferentes dimensões do desenvolvimento e na qual se podem encontrar exemplos de boas práticas. Sociedade civil global – a plataforma que poderia conduzir à crescente conscientização sobre os desafios que a globalização apresenta à cultura, contra obstáculos como os prejuízos e as dificuldades de comunicação; um passo a tomar por parte de muitos agentes do setor cultural, seguindo o modelo de outros âmbitos da consciência social (como os direitos humanos ou o desenvolvimento sustentável) e reconhecendo o potencial de colaborar com eles; e o objetivo último de muitos processos atuais neste campo. Networking (trabalho em rede) – como a forma adotada por muitas organizações para transmitir suas mensagens, explorar sinergias e incrementar os intercâmbios culturais, o diálogo e a aprendizagem mútua; um marco no qual, combinar interesses locais e transnacionais; uma consequência direta de alguns trabalhos desenvolvidos no decorrer do Diálogo e um componente claro de todos os processos de continuidade que possam ter lugar. Informação e conhecimento – como a base para desenvolver políticas e programas e analisar-las. O objeto que muitas vezes motiva o trabalho em rede e o intercâmbio de experiências; elementos às vezes ausente em volume suficiente no âmbito da cultura, o que poderia ser causa, em partes, da pouca consciência sobre a relevância da cultura no desenvolvimento humano; e o porque da necessidade de indicadores culturais. Sustentabilidade – um objetivo último das políticas e projetos relativos ao desenvolvimento humano, com implicações claras também no âmbito da cultura, a memória, o patrimônio e as políticas culturais locais; possivelmente um valor para construir indicadores para avaliar a contribuição da vida cultural ao desenvolvimento humano. Resultados do Diálogo O Diálogo uniu uma série de iniciativas de escala local junto a projetos desenvolvidos por organizações intergovernamentais. Deste modo, proporcionou um ponto de encontro para objetivos convergentes, e deveria direcionar as novas iniciativas que saibam beneficiar-se de sinergias mútuas. Além da apresentação do mais recente Informe sobre o Desenvolvimento Humano, fizeram referências a numerosas iniciativas em curso, como os esforços da UNESCO e da Rede Internacional sobre a Diversidade Cultural para aprovar uma Convenção Internacional sobre a Diversidade Cultural, o trabalho que realiza o Comitê da ONU sobre o Direito a Participar na Vida Cultural, assim como outros instrumentos que poderiam incrementar a “justicibilidade” dos direitos econômicos, sociais e culturais. Mais de 700 participantes de mais de 30 países e de todos os continentes tomaram parte no Diálogo. 15 organizações e redes participaram na coordenação das oficinas temáticas. Entre estas se encontravam o Conselho Internacional de Monumentos e Lugares (ICOMOS), o Instituto de Ética e Direitos Humanos da Universidade de Friburgo (IIED, Suiza), a Association for Tourism and Leisure Education (ATLAS), a Associação Internacional de Cidades Educadoras (AICE), o European Forum for the Arts and Heritage (EFAH), a agência de notícias Eurolang, a rede Arte sem Fronteiras, a Rede Internacional para a Diversidade Cultural (INCD/RIDC), o Middle East Centre for Culture and Development (MECCAD), o Instituto de Cultura de Barcelona (ICUB) e a European League of Institutes of the Arts (ELIA). Na quinta-feira, 26 de agosto, convidou-se aos assistentes a participar em um debate sobre as atividades que pudessem dar continuidade às reflexões e os resultados do Diálogo. Foram mencionados vários acontecimentos e projetos centrados nos temas coincidentes com os que haviam coberto o Diálogo, e expressou-se a necessidade da informação e o trabalho em rede. Entre os resultados do processo se encontrava também o documento estratégico Indicadores culturais do desenvolvimento humano: uma perspectiva africana, resultado de uma reunião do Grupo de Trabalho sobre Indicadores Culturais do Desenvolvimento Humano em África, celebrada em Maputo, a princípios de agosto de 2004, com apoio do Observatório de Políticas Culturais em África (OPCA), Interats e o Fórum de Barcelona 2004. O documento apresenta uma série de temas prioritários e sugere indicadores para medir a contribuição da cultura para o desenvolvimento humano no contexto africano. Entre os temas prioritários se encontram a governo (pluralismo jurídico e político), equidade, acesso e distruibuição, libertades culturais, criatividade e empresa cultural, geração e gestão do conhecimento e outros temas transversais. No decorrer do Diálogo foram apresentados três documentais realizados por diretores de distintos continentes: terça-feira, 24 de agosto, Agustin Hatar da Tanzania, apresentou seu filme Mishoni, que aborda o peso da tradição em algumas comunidades culturais, com exemplos como a mutilação genital feminina, e o dilema sobre as tradições a abandonar e as tradições a conservar. O Dr. Hatar destacou que o documental se havia desenvolvido em colaboração com um grupo de teatro comunitário na Tanzania rural, com o objetivo de difundir a informação às comunidades rurais e discutir estas questões com elas. Quata-feira, 25 de agosto, Jordi Barrachina, de Barcelona, apresentou o making off do seu documental Nevé Shalom / What al-Salam (em hebreu e árabe, “o oásis da paz”), um povoado de Israel onde 60 famílias palestinas e judías convivem, em uma comunidade na qual se ensinam duas línguas e duas culturas em um ambiente de paz. Borrachina contou a experiência de duas viagens ao povoado e explicou como a educação multicultural de respeito e convivência forma parte integral da coexistência armônica. Quinta-feira, 26 de agosto, Humberto Macilla, da Bolívia, apresentou seu filme O anúncio da restauração, que trata da recuperação da identidade e das comunidades “indígenas” e animou ao público a refletir sobre os conceitos de minoria e maioria. Entre as outras intervenções artísticas do Diálogo deve-se mencionar a atuação de Pep Bou, quem trabalha com bolhas de sabão, e que para fechar a sessão inaugural de 24 de agosto, ofereceu ao público do Diálogo um jogo de bolhas dançantes, música e cor. Na semana do Diálogo tiveram lugar sete atos para a imprensa e os meios de comunicação. Apareceram mais de 150 artigos e entrevistas relacionados com os conteúdos e os resultados do evento. Seis ponentes tomaram parte na atividade 141 perguntas do Fórum 2004, onde se encontravam em interação direta com os visitantes do recinto Fórum. Em 22 de agosto, Miloon Kothari falou do direito à moradia e do impacto das milhões de pessoas que vivem em condições inadequadas. No dia seguinte, Jesús Martín Barbero refletiu sobre a televisão como meio global, e em 24 de agosto, Azza Karma respondeu a perguntas sobre a relação entre a representação política e a mulher no mundo árabe. Alioune Sall, na jornada de 25 de agosto, centrou-se no efeito da globalização na África e a necessidade de que a África possa decidir seu próprio futuro como caminho para o desenvolvimento, e dia 26 de agosto, por meio de um discurso colorista de variadas influências culturais, Sydney Bartley refletiu sobre se “as culturas diferentes podem se compreender umas com as outras”. Finalmente, sexta-feira, dia 27 de agosto, Muhammad Razzak respondeu a perguntas como “É eficaz investir em cultura?”. A Agência Española de Cooperação Internacional (AECI) apresentou ao longo da semana do Diálogo da exposição Cultura(s). Alternativas. Diversidade. Direitos, a visão pessoal dos distintos artistas gráficos espanhóis e latino-americanos sobre os direitos culturais mediante cartazes. Deste modo, 19 artistas da comunicação visual, respondiam ao convite incursado pela AECI para colaborar através de suas interpretações gráficas dos direitos culturais. Depois do Diálogo, a exposição deveria realizar uma turnê por mais de 20 cidades da Espanha e América Latina. A semana do encontro se concluiu sexta-feira à noite em um restaurante africano, com a atuação African Voices, a cargo de participantes africanos e caribenhos, sobre as experiências passadas e presentes de África, em relação com a morte e o despertar cultural, refletidas nas experiências da escravidão, o patrimônio perdido, o retorno do patrimônio e a invocação atual para que os africanos da África e da diáspora, unam seus esforços para revitalizar o continente. E agora? Ao longo de distintos encontros na semana do Diálogo, incluída a reunião de 26 de agosto e a reunido estratégica do Grupo de Trabalho africano, foram identificadas várias propostas concretas para o trabalho futuro. Entre estas se encontram as seguintes: Publicação dos documentos do Diálogo a cargo da Agência Espanhola de Cooperação Internacional. Uma instituição permanente de análise dos direitos culturais, na forma do Observatório de Direitos Culturais. Assistência às Nações Unidas na sua elaboração de Comentários Gerais, especialmente em questões relacionadas com a cultura. Coordenação de distintos esforços em curso, para manter o impulso atual. Interação cultural permanente, mediante o establecimento de uma plataforma com ampla representação, esforços de facilitação, transformação e formação. Intercâmbio de experiências mediante um portal e outras iniciativas. Trabalho conjunto de promoção e geração de redes. Estabelecimento de grupos de trabalhos regionais sobre direitos e indicadores culturais, seguindo os positivos resultados do Grupo de Trabalho africano.¹ Cooperação interinstitucional. Avaliação adequada de instituições de diferentes continentes. Publicação dos resultados de diferentes processos e do questionário de direitos culturais. Colaboração com o Fórum Social Mundial e a Agenda 21 da Cultura. Organização de um Congresso de seguimento, desta vez, fora de Europa. Recompilação de informação, incluídos os documentos do Diálogo e o processo que conduziu a ele, para profundizar na investigação e em ações concretas. ______________ ¹ Além do mais, sugeriu-se desenvolver novos pontos de referência que devem servir ao renovado Grupo de Trabalho Africano ou entidade similar continuar o trabalho sobre os indicadores culturais, iniciado no marco do Congresso de Barcelona. Também sugeriu-se uma reunião estratégica do Grupo de Trabalho Africano para avançar na avaliação das instituições culturais mais importantes de África que poderiam continuar com as funções de seguimento do continente e na diáspora. Os participantes do Diálogo expressaram seu interesse na continuidade do trabalho realizado no evento. Entre as datas chave, acontecimentos e projetos considerados potencialmente relevantes para as conclusões do Diálogo se encontram os seguintes: Seminário sobre Indicadores Culturais do Desenvolvimento Humano na Região Árabe, organizado pelo Middle East Center for Culture and Development e Interarts. Ammán, setembro de 2004. Conferência de Intelectuais de África e da Diáspora, organizada pela União Africana. Dakar, outubro de 2004. Conferência anual da Rede Internacional para a Diversidade Cultural. Shanghai, outubro de 2004. Segundo Foro Intercultural “Valores básicos para o diálogo intercultural , organizado pelo Conselho de Europað. Sicília, novembro de 2005. Foro Social Mundial 2005. Porto Alegre, Janeiro de 2005.  Tranformations  Culture and the Evironment in Human Development . Canberra, febrero de 2005. 2º Foro Cultural Muncial. Ammán, setembro de 2005. Conferência General de UNESCO, 33ª sessão, outubro de 2005. Com base aos princípios que guiaram o Diálogo, as medidas e iniciativas sobre as quais se alcance um acordo deveriam ser responsabilidade compartida de um amplo grupo de agentes – uma plataforma extensa de interlocutores que desejem promover o reconhecimento dos direitos culturais e recorrer informação para aumentar a conscientização sobre o papel da cultura no desenvolvimento. ______________ ð Desde o princípio de sua existencia em 1949, o Conselho de Europa  a organização mais antiga do continente que reúne 25 países europeos -, realizou a  dimensão cultural de sua ação. Além da Carta Européia dos Direitos Humanos e da Convenção Cultural Européia e o Convênio Cultural Europeo, que constituem o fundamento do prometo, a organização produziu diferentes textos relacionados com o âmbito dos direitos culturais. Alguns destes textos são, por exemplo, a Carta Social Européia, a Carta Européia das Línguas Regionais ou Minoritárias ou a Convenção Marco para a Proteção das Minorías Nacionais. Sem dúvida, a falta de consenso político impossibilitou até o momento a redação de um texto específico referido aos direitos culturais. A pesar disto, o Conselho de Europa nunca deixou de trabalhar, no marco da Convenção Cultural Européia, na reflexão sobre os direitos culturais e promover nas suas convenções a dimensão cultural dos direitos humanos. Conclusão A lista de princípios que se apresenta a seguir, tenta resumir as principias idéias recolhidas ao longo do Diálogo sobre Direitos Culturais e Desenvolvimento Humano. CULTURA, DIREITOS CULTURAIS E DESENVOLVIMENTO HUMANO: A. VALORES E CRENÇAS A cultura é um processo, não uma forma estática. Os direitos culturais formam parte integral dos direitos humanos. Nenhuma prática cultural deveria infringir os direitos humanos. Os direitos culturais devem se integrar com os outros direitos humanos. Há outros direitos humanos que têm também dimensões culturais muito claras. A cultura e a criatividade são impulsos que contribuem à identidade, a diversidade e o desenvolvimento humano e econômico. A vida cultural se vê enriquecida mediante a participação, a ação comunitária, as colaborações estratégicas e a cooperação. É necessário que se ouça uma pluralidade de vozes culturais. A interação e o diálogo são vitais. B. CULTURA E SOCIEDADE A sociedade civil deve conectar com o setor cultural. O setor cultural deve abordar os grandes desafios que enfrentam a humanidade. É necessário desenvolver o capital social da sociedade. As eleições culturais devem se integrar com as eleições econômicas e sociais. É preciso explorar a interrelação entre ambos. É necessário pluralizar os atores culturais e garantir a gestão do seu próprio futuro. C. COMO CONTINUAR Falta ação, não somente política e debates. Falta um marco (ou marcos), especialmente no âmbito dos direitos culturais, que clarifique e institucionalize alguns conceitos. As ações devem formar parte de um processo de fortalecimento da posição da cultura na agenda do desenvolvimento. Todos os setores deveriam se implicar nas ações de seguimento, com responsabilidades compartidas entre agentes públicos, privados e associativos. É necessário fomentar alianças (como “companheiros de viaje”). Quando se desenvolvam estratégias, é importante equilibrar os compromissos para com a diversidade cultural, o patrimônio e o desenvovimento sustentável. Existe uma consciência sobre a necessidade de dispôr de mais informação e investigação sobre a cultura, os direitos culturais e o desenvolvimento humano, incluída a construção de indicadores. RESUMO DAS SESSÕES Terça-feira, 24 de agosto Sessão Inaugural O prefeito de Barcelona em função, Jordi Portabella, inaugurou oficialmente o Diálogo sobre Direitos Culturais e Desenvolvimento Humano. Várias das intervenções que seguiram, mencioraram e louvaram a Eduard Delgado, inspirador do evento e pessoa de uma grande visão no âmbito das políticas culturais e enquanto à relação entre cultura e os direitos humanos. Sua vida foi assim mesmo uma prova do diálogo, interação e cooperação culturais. Entre as intervenções esteve a de Robert Palmer, acessor especial do Diálogo, quem destacou o caráter histórico do acontecimento, ao reunir muitos esforços existentes no âmbito dos direitos culturais, vincular à cultura com os indicadores do desenvolvimento e refletir uma grande amplitude de agentes e setores. Ato seguido, Alfons Martinell, diretor geral de Cooperação Cultural e Científica do Ministerio de Asuntos Exteriores de Espanha, destacou a conveniência de que o Diálogo fosse uma etapa de um processo que vai mais além. Remarcou a importância que o setor cultural se implique de forma decidida nos grande desafios a que faz frente a humanidade: o compromisso do governo espanhol de destinar mais recursos à cooperação internacional, pediu que o debate servisse também para reorientar o olhar do setor cultural com referentes sólidos e de modo prático. Por sua parte, Keterina Stenou, diretora da Divisão de Políticas Culturais e Diálogo Intercultural da UNESCO, expressou a vontade de sua organização de institucionalizar o debate sobre políticas culturais sem que isto signifique esclerotizá-las. No paradigma que propõe a UNESCO, a diversidade, o diálogo e o desenvolvimento ficam em interação, e são a chave para garantir a convivência cultural. Finalmente, recordou a fragmentação artificial dos direitos humanos, que marginou os direitos culturais, e mencionou a Declaração Universal da UNESCO sobre a Diversidade Cultural, que faz énfasis na importância dos direitos culturais. Em seguida, Azza Karma, da direção geral para os Estados Árabes do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), tomou como ponto de partida a importância da liberdade cultural, posta em manifestação com a edição 2004 do Informe de Desenvolvimento Humano. É paradóxico que justo quando aparece a possibilidade para o nascimento de uma sociedade civil global, fato digno de celebração, há quem ponha obstáculos aos intercâmbios culturais múltiplos. No atual contexto de guerra contra o terror é mais importante que nunca garantir a pluralidade de vozes e opiniões. Discutiu os prejuízos que cada vez rodeiam as sociedades árabes e reclamou uma sociedade civil global que vença o medo e gere novas interrelações. O representante do Alto Comissionado das Nações Unidas para os Direitos Humanos no Fórum 2004, Juan Enrique Vega, discutiu aquelas posses, tanto nos governos como na sociedade, que consideram que enquanto não haja garantido os direitos mais básicos não vale a pena normalizar outros. Destacou que o reconhecimento dos direitos aumenta quando a sociedade fala sobre eles. Por isso, e para fazer frente a sensação de fatalidade e impotência que às vezes nos afeta, é importante celebrar debates como o presente, ao redor da relevância dos direitos culturais. Na intervenção seguinte, o diretor da Fundação Interarts, Ramon Cosialls, recordou a tarefa de sua organização no âmbito dos direitos culturais, a ética da cooperação cultural e os estudos sobre a cultura e o desenvolvimento. Recordou que o Diálogo formava parte de um processo a longo prazo e fez um chamamento para que sociedade civil, governos e organizações internacionais sejam companheiros de rota para avançar neste caminho. Finalmente, Jordi Portabella remarcou a necessidade de que, igual que se compreendeu que a espécie humana não pode sobreviver sem a biodiversidade, se reconhece a importância da diversidade cultural para o desenvolvimento humano. É preciso um respeito igual por todas as línguas e culturas, com independência de fatores econômicos ou políticos que em ocasiões supõem uma discriminação. Destacou a importância de que os fatores culturais incluam-se na concepção do desenvolvimento humano, e destacou o caráter prospectivo do Diálogo, porque as condições meio-ambientais, sociais e culturais formam parte de um mesmo conjunto, básico para a convivência e que adquire mais relevância no novo século. Depois dos discursos de boas-vindas, a intervenção de George Yúdice, professor da Universidade de Nova York, pôs os direitos culturais em relação com as indústrias culturais. Ainda há quem considere as indústrias culturais promotoras de um denominador mínimo comum muito baixo, e muitas vezes ficam à margem das reflexões sobre desenvolvimento econômico. É evidente que as indústrias culturais contribuam para a identidade e são a forma em que os cidadãos trasmitem a imagen deles mesmos e de outros. As indústrias culturais, além do mais, podem contribuir à diversidade cultural e é por isso que carece que a indústria subsista também as formas culturais e os segmentos monoritários da população. O professor Yúdice destacou a necessidade de que os Estados elaborem políticas públicas que creiam num contexto onde os atores possam intervir, garantizem seus direitos culturais fomentem-se o desenvolvimento. Por esse motivo, falta dispôr de informação sobre a transcendência da cultura, que permita elaborar políticas culturais adequadas e efetivas. É necessária uma infra-estrutura informativa e analítica que possa dar respostas a curto e longo prazo e que seja flexível enquanto a dimensão territorial. Falta investigação e poder dispôr de indicadores que sejam capazes de medir todas as dimensões que conformam com a cultura. SESSÃO PLENÁRIA: Cultura, desenvolvimento humano, direitos. A participação em cultura como chave para o desenvolvimento humano. Também na sessão plenária da manhã, Sakiko Fukuda-Parr apresentou os elementos chave do Informe do Desenvolvimento Humano 2004, publicado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). O documento destaca a importância da liberdade cultural para o desenvolvimento humano. Até agora, o respeito, a dignidade e a liberdade culturais haviam estado afastados das reflexões sobre desenvolvimento, ainda que sejam parte integrante do mesmo. Do mesmo modo, os direitos culturais têm sido a dimensão negligente dos direitos humanos. A crescent atenção aos fatores culturais se produz, além do mais, porque hoje em dia a cultura se revelou essencial para preservar a paz. As políticas de exclusão cultural, que muitas vezes se sobrepõem à pautas de exclusão social, econômica e política, praticou durante muito tempo e ainda continuam presentes em todas regiões do mundo. Hoje, 900 milhões de pessoas no mundo pertecem a grupos que vêem restringidas suas liberdades culturais. Nas sociedades que são crescentemente multiculturais, é necesario integrar a multiculturalidade nas políticas democráticas, ao mesmo tempo que se tomam medidas para profundizar o desenovolvimento econômico e social. Quando crescem os fluxos migratórios em todas as partes, se deve optar por políticas de assimilação. A identidade tende a ser complexa e múltiple e por tanto as políticas basadas somente no conceito de identidade, deveriam ser substituídas por políticas inclusivas que reconhecem explicitamente as identidades culturais junto à igualdade política e econômica. Assim, é importante discutir os mitos e prejuízos que muitas vezes rodeiam a diversidade cultural, que nem é fonte de conflitos, nem debilita os Estados, nem dificulta o crescimento e o desenvolvimento humano. Ante um contexto de multiculturalidade crescente, o reconhecimento cultural é a única opção dentro das estratégias de desenvolvimento. Oficinas simultâneas Pela tarde tiveram lugar quatro oficinas simultâneas. Ainda que tratavam temas diferentes, serviam todos para abordar as questões que motivavam o Diálogo, relacionadas com o respeito e o exercício dos direitos culturais, a construção de indicadores e métodos de evolução da relação entre cultura e desenvolvimento e a identificação de boas práticas nestes âmbitos. Memória e patrimônio  A primeira oficina da tarde se centrava na memória e o patrimônio e foi coordenada pelo Conselho Internacional de Monumentos e Lugares (ICOMOS). Na ocasião do 50 aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, em 1998, ICOMOS aprovou uma declaração de direitos vinculados ao patrimônio cultural, entre os quais se encontravam os seguintes: o direito a ter um testimunho autêntico do patrimônio cultural; o direito a compreender o patrimônio próprio e o dos outros; o direito a fazer um uso adequado e prudente do patrimônio; o direito a participar nas decisões que afetam o patrimônio; e o direito a formar associações para proteger e promover o patrimônio cultural. Igualmente, várias declarações internacionais sobre patrimônio, entre elas vários documentos da UNESCO, permitem extrair noções de direitos vinculados ao patrimônio, tanto com respeito a sua dimensão tangível como de sua dimensão intangível. Entre os elementos básicos que devem ter em conta para que o âmbito da memória e o patrimônio garantam os direitos e fomentem o desenvolvimento humano, se acham a divulgação de informação, a educação, a formação e o reconhecimento à memória histórica. São importantes assim mesmo a motivação e participação da sociedade civil e a ação dedicada aos governos neste âmbito. Falta uma ação pública tanto na esfera legal como na administrativa. Além do mais, é importante ter em conta que desde a memória, se pode construir a modernidade. Falta garantir assim, que existem meios para transmitir a memória às gerações mais jovens. Finalmente, é importante recordar que numa sociedade podem conviver memórias diferentes e em ocasiões adversas. O trabalho realizado a partir de 1980 pelos Arquivos Nacionais de Zimbabwe registrando tradições africanas que até então não haviam sido documentadas e a recolhida de relatos orais ao redor de fatos contemporâneos, como a Guerra de Libertação deste país, foram destacadas como um caso significativo, ao fomentar a participação da população no patrimônio. Neste âmbito, sugeriram indicadores ao redor do número e tipo de participantes num projeto, a implicação da sociedade civil, o Grau de proteção dos elementos do patrimônio e os incentivos oferecidos à preservação. Informe do Desenvolvimento Humano 2004  Na mesma hora, a oficina sobre o Informe do Desenvolvimento Humano 2004, coordenado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), tinha como duplo título “Construindo democracias multiétnicas” e “Os desafios das sociedades multiculturais no contexto da globalização”. A sessão destacou que atualmente muitos modelos de Estado se converteram em obstáculos para a diversidade cultural. O Estado deveria reconhecer a cultura e os valores da população, em lugar de considerar a cultura como uma ameaça para a democracia. Assim, falta políticas públicas em vários âmbitos, que permitam uma melhor mobilidade da diversidade cultural, a inclusão nas políticas públicas de dispositivos que protejam a diversidade cultural e o fomento de aprendizagem lingüística. Por outra parte, falta estabelecer uma diferença entre identidade cultural e identidade política, a fim de compreender os problemas sociais a que se enfrentam muitos países e poder construir um futuro comum, por exemplo no contexto africano. Os sistemas e processos para promover a diversidade cultural não são suficientes se não produzem ao mesmo tempo mudanças educativas e nas estruturas mentais em relação com a concepção e a heterogenidade da cultura. A globalização pode ter efeitos tanto positivos como negativos na vida cultural dos grupos minoritários, porque ainda que as empresas transacionais possam impactar de forma negativa no desenvolvimento cultural e humano dos países em desenvolvimento e umas culturas possam se converter em dominantes com maior facilidade que outras, também existem novas oportunidades para expandir e difundir a cultura própria. Muitos participantes reconhecem que os países menos desenvolvidos são mais vulneráveis aos efeitos negativos da globalização, que se vêem exacerbados pela exclusão e a pobreza, ainda que a alienação, a discriminação e a exclusão também existam nas sociedades desenvolvidas. Além do mais, conceitos sociais como “minoria” ou “indígena” requerem uma maior atenção, pois às vezes surgem problemas pela forma em que se define quem é indígena e quem não. Elaboraram-se como dúvidas a relação que existe entre o espaço público e o espaço cultural e por outra parte, sugeriu-se uma reflexão sobre a forma em que, o Estado garanta os direitos culturais. Entre os aspectos que se propôs que poderia abordar no futuro o Informe de Desenvolvimento Humano estavam a interculturalidade e a ética cultural. Além do mais, sugeriu-se a necessidade de traduzí-lo a algumas línguas africanas. Criatividade  A oficina sobre criatividade foi coordenada pela Fundação Interarts. Entre os elementos que explicam a relação entre criatividade e desenvolvimento humano destacou-se, em primeiro lugar, o fato de que a criatividade possa considerar um valor agregado na produção e os serviços dos países em desenvolvimento e das culturas minoritárias, e deste modo, fomentar a criatividade serve para preservar a identidade cultural. A criatividade existe não unicamente na produção mas também na recepção, na democratização da cultura. Em segundo lugar, a indústria criativa oferece grandes possiblidades aos países do Sul porque é muito dinâmica, e chega a significar hoje 7% do Produto Interno Bruto, em escala global. Aqui é importante destacar sobretudo, o modo em que se gestionam e garantem os direitos de propriedade intelectual, a medida que os modelos produtivos se baseam cada vez mais no conhecimento. Neste sentido, falta políticas capazes de valorizar os impactos não somente econômicos das indústrias criativas, mas também e sobretudo, seus impactos políticos, sociais e culturais. Por este motivo, os indicadores de criatividade devem se referir a magnitudes como las seguintes: a vitalidade e a diversidade cultural; o acesso, a participação e o consumo; a identidade e o estilo de vida; e a relação entre governo, cultura e ética, quer dizer a capacidade de que a cultura contribua ao desenvolvimento comunitário e a coesão social. Entre as boas práticas apresentadas no decorrrer da sessão, se encontra o Huashan Art District de Taipeh, en Taiwán, antigo espaço comercial reconvertido para usos culturais e que se converteu em fator de desenvolvimento e modelo de vida. Em Bogotá, o viveiro de empresas criativas Prana se converte em uma fonte de criação de ocupação e uma forma de fomentar a cultura. Finalmente, mencionou a recente iniciativa da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (UNCTAD), ao criar, com o apoio de vários países, especialmente o governo do Brasil, um Fórum Internacional sobre Indústrias Criativas, com o objetivo de recolher dados que muitas vezes são difíceis de contrar e para transferir experiências úteis de uns países a outros. Políticas culturais  A oficina sobre políticas culturais, subtitulada “Dos direitos aos indicadores?”, foi coordenada pelo Intituto Interdisciplinário de Ética e direitos Humanos (IIEDH) da Universidade de Friburgo. A sessão manifestou a necessidade de fudamentar as políticas culturais em valores e a interrelação entre direitos, diversidade cultural e segurança humana. Quando se podem exercer, o direitos culturais permitem equilibrar os aspectos individuais e coletivos. Mas na prática, dadas as várias formas de violação de que estes direitos são objeto, e que vão desde a pobreza até a humilhação cultural, é necessário contar com indicadores que saibam garantir a efetividade dos direitos culturais. As políticas culturais sabem aceitar a tensão da diversidade. Vários documentos internacionais, como o Pacto Internacional de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais, a Declaração Universal da UNESCO sobre Diversidade Cultural, ou a Carta Européia de Direitos Fundamentais, oferecem uma base para desenvolver políticas culturais baseadas em valores. Mais recentemente se pode citar a contribuição da Agenda 21 da Cultura aprovada em maio de 2004 em Barcelona no marco do IV Fórum de Autoridades Locais para a Inclusão Social. Entre as boas práticas que respondem a estes parâmetros, na sessão apresentou-se o programa Policies for Culture que realizam a associação romana ECUMEST e a Fundação Européia da Cultura na região dos sudeste da Europa. Mediante esta iniciativa, que enfatiza a participação no desenho de políticas públicas, a sociedade civil e os poderes legislativo e ejecutivo, interatuam na elaboração de políticas culturais. Se trata assim, de uma forma de otorgar responsabilidade às pessoas e à sociedade civil, e uma contribuição à coesão e a gestão de conflitos. Por sua parte, o IIEDH, junto com a Associação para a Promoção da Educação não Formal em Burkina Faso, tem em andamento um projeto de investigação para medir o direito à educação en Burkina Faso. O projeto baseia-se na criação de um painel de indicadores para medir a efetividade dos direitos culturais. Os indicadores utilizados se referem a diversidade, recursos, informação e acesso. Neste sentido, reafirmou-se que a separação da educação e cultura em compartimentos separados é um fato que se deveria superar. Ao longo da oficina reclamou-se uma política cultural da União Européia baseada em valores e que servisse tanto para a ação no interior da União como de cara ao exterior. Mas além da lógica enconômica e comercial que até agora a domina, a UE não pode ignorar sua dimesão cultural. Entre os elementos de contexto que tinham que dar-lhe forma, econtram-se a globalização, a diversidade cultural, a memória e a criatividade, o desenvolvimento sustentável, a liberdade cultural, a segurança e a confiança culturais, a prevenção e gestão de conflitos e a cidadania e o governo cultural. Falta construir esta política ao redor de princípios como o espaço público o paternalismo, o empowerment, a participação e a cooperação. Entre os instrumentos sugeridos havia um observatorio da cooperação cultural e uma unidade ou célula responsável de analisar a transversalidade cultural com respeito a outras políticas comunitárias. Quarta-feira, 25 de agosto SESIÓN PLENÁRIA: Cultura e desenvolvimento. Experiências e perpectivas. A sessão plenária de quarta-feira, presidida por Máté Kovács do Observatório de Políticas Culturais na África (OCPA), tinha como objetivo destacar a importâcia da cultura nos processos de desenvolvimento e oferecer uma visão crítica das teorías do desenvolvimento que baseam seus criterios unicamente nos aspectos econômicos. Cinco apresentadores mostraram suas experiências e perspectivas sobre as distintas formas em que os processos culturais e o desenvolvimento podem interactuar de forma positiva. O professor Masayuki Sasaki, da Universidade de Osaka (Japão), analisou o papel da cultura na revitalização humana e destacou que a sociedade global do século XXI alcançou uma mudança de paradigma importante, com o nascimento do século das cidades. Considerou que a criatividade de uma cidade equivale a mediação entre cultura e indústria, e que os cidadãos deveriam desdobrar suas atividades criativas porque a produção de bens de valor é necessária e os bens culturais deveriam ter um valor mais além do consumo. Em seguida, apresentou três exemplos de cidades cujos processos de regeneração urbana ocupou um lugar central na cultura e as indústrias criativas. Neste contexto e para o desenvolvimento positivo das comunidades, destacou a importância de integrar a criatividade com as políticas urbanas para fortalecer a relação entre as artes e o bem-estar social. Em seguida, o professor Lupwishi Mbuyamba, do Observatório de Políticas Culturais na África (OCPA), apresentou sua perspectiva sobre a importância de fortalecer os observatórios de políticas culturais como instrumentos de observação e mediação, ao objeto de construir indicadores que permitam a elaboração de políticas culturais coerentes com a realidade, especialmente no continente africano. Destacou que todas as políticas culturais devem abordar a identidade, a diversidade, uma compreensão global do patrimônio, a relação entre ciência e educação, a cooperação internacional e a memória. Apresentou a lista de elementos incluídos pela UNESCO no desenho de políticas culturais, e propôs cinco elementos chave que deveriam contemplar todos os observatórios: A liberdade cultural como indicador do desenvolvimento humano. As políticas culturais derivam de uma certa concepção da cultura que conduz ao terreno do político. A definição de indicadores deve tomar nota das necessidades e aspirações das comunidades. Os indicadores devem ser validados mediante a investigação e através de sua integração en estratégias globais. As eleições culturais revelam opções políticas e mostram o tipo de sociedade em que cada um crê. O seguinte em tomar a palavra foi Johan Galtung, diretor de Transcend – A Peace and Development Network, quem destacou a importâcia da diversidade e criticou uma visão da relação entre a cultura e o desenvolvimento baseada em conceitos econômicos que consideram a cultura um elemento onipresente. É mediante o diálogo e a aprendizagem que se podem alcançar um processo cultural realmente integrado. O professor Galtung remarcou que se deve preguntar a população pelas suas necessidades básicas enquanto a cultura, baseadas em quatro conceitos: sobrevivência, bem-estar, liberdade e identidade. Além disso, pediu que se abandonassem divisões artificiais como as que separam as minorias e as maiorias e recordou que todas as pessoas são portadoras de valores, o que gera mais diversidade, federalismo, autonomia e anarquia. Por sua parte, Alinah Segobye, da Universidade de Bostwana, argumentou que existe a necessidade crucial de incorporar uma perspectiva cultural para fazer frente ao problema do HIV-AIDS na África, que é um dos principias desafios para o desenvolvimento humano do continente. É indispensável uma posição cultural para compreender melhor as visões e eleições da população que se enfrenta a essa situação tão dramática e incisiva. Mais adiante, destacou especialmente a importância de preservar a memória coletiva (mediante várias práticas, tradições e hábitos culturais) para tentar lutar contra a epidemia através da preservação e a manutenção das relações sociais e culturais. A doutora Segobye destacou que muitas vezes se considera a África um todo homogêneo, quando dentro do continente existem numerosos sistemas culturais, igual como há distintas respostas na luta contra o HIV-AIDS. Recordou que África não é o fim do mundo, mas um grande potencial para a humanidade. O último apresentador, Amar Galla, da Universidade Nacional Australiana e do Observatorio da Ásia e o Pacífico para a Cultura no Desenvolvimento, destacou a importância da preservação cultural como garantia da diversidade cultural local e o desenvolvimento da comunidade. Destacou também a necessidade de experimentar muitas culturas distintas, para poder superar as noções de “nós” e “eles”, “branco” e “negro” e passar a compreender as interrelações existentes. Também reclamou uma ação global para pôr fim ao vandalismo cultural, o que seria uma condição prévia para podermos considerar civilizados. O doutor Galla apresentou três casos práticos, realizados com as comunidades locais a fim de promover o desenvolvimento com ajuda da cultura e o patrimônio. A partir destas experiências, destacou quatro elementos chave: A conservação cultural e o desenvolvimento da comunidade são obrigatórios; combiná-los é o paradigma holístico útil para o desenvolvimento cultural sustentável. A cultura pode realizar uma importante contribuição à redução da pobreza e a criação de emprego, tanto quanto os setores implicados possam participar no controle destes processos. A cultura não é estática mas dinâmica; com as mudanças que levam à globalização, a cultura se fortalece e evolui constantemente à novas formas de expressão cultural. A liberdae cultural e a diversidade cultural somente podem-se afirmar, mediante projetos piloto que permitam desenvolver indicadores culturais adequados. Oficinas simultâneas  Na sessão da tarde tiveram lugar cinco oficinas temáticas simultâneas, centradas em distintos aspectos e disciplinas do setor cultural, mas intimamente relacionadas com os temas e objetivos gerais do Diálogo. Turismo e cultura  A oficina de turismo cultural foi organizado pela rede ATLAS (Association for Tourism and Leisure Educación). Destacou a importância de promover o desenvolvimento do turismo cultural desde uma base propriamente cultural; em outras palabras, é necessário trabalhar em primeiro lugar pelo desenvolvimento da cultura e depois sobre sua relação com o turismo e o desenvolvimento do turismo cultural em si. O impacto do turismo na cultura local e a necessidade de medir e controlar este impacto também foi tema central na sessão. As intervenções geraram um debate considerável sobre a relação entre a cultura, o turismo e os direitos culturais. Em especial, abordou-se o problema dos conflitos potenciais entre os direitos culturais de visitantes e residentes. Ainda que uma parte importante das reflexões atuais sobre o turismo sustentável e o turismo responsável tende a afirmar que sempre se deve dar prioridade às necessidade e os direitos da população local, em alguns casos o “saber local” pode se encontrar em conflito direto com os direitos humanos e culturais. Estes problemas sugerem que para poder resolver os problemas derivados das perpectivas culturais enfrentadas, é necessário criar um consenso e compreensão entre a população local e os turistas. Também é importante criar indicadores eficaces para identificar os problemas potenciais e identificar soluções. Ainda que o desenvolvimento do turismo cultural deve tomar em consideração as necessidades do turista, no debate ficou claro que a cultura e, no turismo, deve ser o ponto de partida do desenvolvimento. Se não se assegura a base cultural do turismo cultural, é provável que o turismo acabe perjudicando os mesmos recursos que os atraem. A crescente globalização do turismo cultural foi considerada também um potencial problema para o desenvolvimento futuro. A medida que aumenta o número de destinações que competem entre elas para atrair turistas com seus recursos culturais “únicos”, paradoxalmente os produtos do turismo cultural são cada vez mais similares em todas as partes. Para evitar os problemas de “reprodução em série” do turismo cultural, necessita-se uma injeção de criatividade no sistema turístico. Os processos criativos podem não ser somente o marco para novos produtos turísticos, mas que o setor do turismo pode beneficiar-se também de novas formas de ver o desenvolvimento e a promoção de seus produtos. Na última instância, a sessão destacou a importância do uso da criatividade no desenovlimento de novos produtos, considerando que atualmente o turismo cultural tende à estandarização e não contempla a diversidade de sua oferta. Uma área que falta mais criatividade é o desenvolvimento das línguas como fonte do turismo. Atualmente, a língua tende a ser percibida como uma questão de educação, ou existe de modo passivo destinações bilingües (por exemplo mediante a sinalização e os folletos turísticos). Para conseguir um uso mais ativo da língua como parte do produto turístico, falta uma intervenção mais ativa, aproximações mais criativas ao desenvolvimento de produtos. O turismo criativo, que utiliza o desejo de muitos turistas de aprender sobre a cultura que visitam, podem ser uma parte importante deste processo. A sua vez, isto implica uma nova visão de aprendizagem de idiomas, e de relação entre língua e cultura. Cultura, inclusão social e sociedade civil  A oficina sobre Cultura, inclusão social e sociedade civil foi coordenada pela Associação Internacional Arte sem Fronteiras. A partir da apresentação de três projetos concretos de investigação, queria demonstrar como a narrativa pode se utilizar para reconstruir a identidade individual, coletiva e nacional, e como pode servir para abordar a violência como elemento inerente à Humanidade. Neste processo, as instituições têm uma função central que cumprir para manter o equilíbrio. Igualmente, a sessão apresentou pontos de vista sobre o desenvolvimento de indicadores nas megalópolis e em relação com a qualidade de vida e o desenvolvimento cultural. Também se destacaram a importância de tomar a diversidade em consideração, como elemento primordial e constitutivo de todos e cada um, e o conceito de participação como veículo de criatividade nele mesmo. Os três assuntos tratados, “Uma cultura para a paz”, “Cultura e a sociedade sustentável” e “Direitos culturais e diversidade”, representavam as conclusões de um processo mais amplo de políticas públicas e diversidade, e incluíram um exame e consideração de temas sociais que supõem desafios para a elaboração de políticas. Também se reconheceu que hoje em dia a cultura é utilizada para fins não culturais e tende-se a dar prioridade ao patrimônio, sobre as culturas vivas. Como exemplo de boas práticas, foi apresentado o projeto de cidades culturais sustentáveis, onde se outorga grande importância à opinião pública e a sociedade civil se compromete e se implica intensamente na tomada de decisões no âmbito cultural; situando a cultura como instrumento central para a proteção da cidade e redefinido os indicadores de desenvolvimento cultural. Educação e cultura  Na oficina sobre Educação e cultura, organizada pela European League of Institutes of the Arts (ELIA), se debateram distintos aspectos relacionados com a cultura e a educação e o seu impacto no desenvolvimento pessoal. Um ponto destacado da discussão, foi o papel dos educadores e multiplicadores e sua influência na vida cultural da sociedade. Destacou-se que tal influência e papel formador levam à responsabilidade de exercer um uso adequado para o desenvolvimento cultural e a convivência. Outro aspecto tratado foi como a educação pode se promover e ser aproveitada para educar a agentes ativos e para transformar os hábitos de consumo passivos com respeito à cultura e a vida criativa. Considerou-se de especial importância o fato de que a maior parte da educação artística e cultural, tenda a se dirigir a grupos marginais da sociedade ou à áreas urbanas desfavorecidas. A inclusão da educação artística nos programas educativos, argumentou-se, deveria se estender ao conjunto da sociedade. O distrito londrino de Newham e em particular seu Sixth Form Collage, conhecido como NewVic, foi citado como um exemplo de como implicar a um aluno em sua comunidade desde cedo, promovendo o diálogo entre as distintas comunidades culturais presentes na área e como promover e fomentar o uso de expressões culturais. Por outra parte, a Associação Internacional de Cidades Educadoras foi mencionada como outro exemplo importante sobre a cooperação potencial entre autoridades locais e sociedade civil, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida da cidadania, mediante processos participativos e democráticos. Línguas  A oficina sobre Línguas foi organizada pela agência européia de imprensa para línguas minoritárias Eurolang e nela participaram expertos dos âmbitos jurídico, lingüístico, antropológico e político da língua e da função que cumprem as línguas para aproximar aos direitos culturais e o desenvolvimento humano. Os apresentadores destacaram que a diversidade lingüística deve ser assumida como parte integral da expressão cultural. Os direitos lingüísticos deveriam ser afirmados como parte dos diretitos humanos, considerando que a língua e a cultura formam uma parte essencial do desenvolvimento humano. Neste sentido, deveria se entender, que existe uma interrelação entre direitos culturais e direitos linguísticos, reconhecendo ao mesmo tempo que se trata de conceitos claramente diferentes. A relação entre uns e outros direitos é complexa, principalmente à causa dos distintos instrumentos internacionais que falam de direitos culturais mas não especificam com suficiente clareza se as línguas são só um meio de transmissão cultural ou se, representam um valor nelas mesmas. Também foi remarcado a falta geral de instrumentos jurídicos e organizações internacionais específicas relativas à diversidade lingüística. A precária situação de muitas línguas faladas no mundo é um fator importante, que debe-se articular através dos meios de comunicação e de outras instituições para garantir sua sobrevivência e assegurar seu uso más além das relações pessoais e familiares. Se não se tomam medidas para remediar a situação atual, se estima que antes do ano 2.100 terão desaparecido cerca de 50% das línguas faladas atualmente no mundo. No decorrer da sessão, apresentou-se o Plano de Ação de Política Lingüística 2004-2005 da Generalitat de Catalunya e se analisaram os últimos 25 anos de políticas linguísticas na Catalunya. As novas políticas serão mais transversais, com o objetivo de afetar mais a vida cotidiana, especialmente à luz da nova imigração e da necessidade que os recém-chegados aprendam catalão, como parte de um processo natural. Além do mais, apresentou-se o modelo de recuperação lingüística do euskera realizado pelo Governo Vasco. Entre os elementos chave deste modelo, é necessário assinalar que depois de 20 anos de aplicação, ainda não foi possível que a maioria de graduados escolares alcancem plena competência lingüística. Mencionaram-se alguns fatores sociais e políticos que dificultam o êxito do modelo. Redes de arte e cultura  Coordenado pelo European Fórum for Arts and Heritage (EFAH), a oficina sobre redes de arte e cultura se centrou na função das redes como entidades que conseguem reunir distintas organizações a escala local e internacional e que, determinam fortemente o papel da cultura na sociedade civil. Trabalhar em rede significa trabalhar com outras entidades que têm os mesmos objetivos e finalidades, identificar boas e más práticas entre as distintas organizações e tratar com pessoas de áreas e culturas muito diferentes. O diálogo entre as diferenças é precisamente, segundo se falou, o lugar do nascimento das redes; promover estas diferença se considerou a aplicação mais prática da democracia. Outro elemento chave foi a solicitação de uma maior transparência na provisão de informação sobre arte e cultura por parte especialmente dos governos, considerando que o papel das redes é, enfim, compartilhar conhecimento entre seus membros. A participação democrática, especialmente am nível de toma de decisões, é um dos elementos mais essenciais para o êxito operativo das redes, como é a identificação de objetivos claros. Recentemente foram criados algumas redes com o objetivo de captar recursos, que, dada sua falta de visão e objetivos claros, não alcançaram sobreviver à finalização dos seus ciclos de financiamento. Afirmou-se que não existem políticas adequadas para as redes em geral, mas sim que há bons exemplos em nível local em alguns países, como Finlândia. As intervenções da sessão fizeram distintas propostas para melhorar a produção de políticas, cada um em função da motivação principal da rede. Entre os elementos comuns a destacar encontraram-se a transparência da informação, o financiamento da diversidade cultural e a melhor das práticas de gestão no setor artístico. Considerou-se que as redes podem ser o instrumento para que os artistas influam na elaboração de políticas culturais. Ao longo da sessão fizeram-se referências à importancia dos direitos culturais nos termos de acesso, participação democrática e a influência de distintos agentes na elaboração de políticas tanto nacionais como transnacionais. Neste sentido, se detacou a importância dos indicadores como os principias instrumentos se seleção, informação e avaliação. A elaboração destes indicadores é especialmente importante no trabalho de conscientização e sensibilização. Quinta- feira, 26 de agosto SESSÃO PLENÁRIA: Direitos Culturais em perspectiva A sessão plenária de quinta-feira foi dedicada a uma das duas linhas principias de trabalho do Diálogo dos direitos culturais. Presidiu-a Juan Enrique Vega, representante especial da Oficina do Alto Comissionado das Nações Unidas para os Direitos Humanos no Fórum 2004 e contou com quatro contribuições ou perspectivas sobre a questão dos direitos culturais. Stephen Marks, da Universidade de Harvard, abriu a sessão com uma intervenção em que analisou o lugar da cultura e dos direitos culturais no marco dos direitos humanos. Afirmou que os direitos culturais não são novos, mas que são e sempre forma parte integral e fundacional do regime de direitos humanos. Por esse motivo direcionou a interrelação e a interdependência dos direitos culturais com outros direitos coletivos e individuais e mencionou seis dimensões específicas dos direitos culturais. Entre elas se encontram, por exemplo, a identidade cultural e a diversidade, a conservação e a proteção dos bens culturais, a cooperação cultural, etc. Ao mesmo tempo, o doutor Marks acentuou o fato de que o direito e as práticas culturais não podem invocar para infringir os direitos humanos, que em caso de conflito devem tomar precedência. Referiu-se às obrigações dos Estados de respeitar e assegurar os direitos cuturais e prevenir e lutar contra sua violação. Também mencionou a necessidade de proteger aos criadores, os intérpretes e os transmissores da cultura. Além do mais, abordou a obrigação dos agentes não estatais – organizações internacionais por uma parte, sociedade civil pela outra – de promover sua aplicação e realizar um seguimento da implementação dos instrumentos internacionais relevantes. Destacou que o setor privado tem um papel próprio que trabalhar e uma obrigação em relação com os direitos culturais. A continuação, Ivonne Donders, da Divisão de Direitos Humanos da UNESCO, falou mais especificamente da questão da identidade cultural e os direitos humanos. Afirmou que a identidade cultural, considerando ser uma questão difícil de precisar e definir, encontra-se na essência dos direitos humanos, porque é de fato um aspecto vital da dignidade humana. Considerou que atualmente nenhum instrumento internacional legalmente vinculante – uma Convenção, por exemplo – trata especificamente o direito à uma identidade cultural, e planejou a questão que se deveria elaborar um instrumento deste tipo. Analisou uma série de declarações e recomendações já existentes e que cobrem certos aspectos da identidade cultural; e concluiu que em lugar de elaborar novos instrumentos deveriam desenvolver, aplicar e implementar os instrumentos jurídicos já existentes. Depois da pausa, Miloon Kothari, relator especial das Nações Unidas sobre moradia adecuada, se centrou na moradia como direito humano específico com dimensões culturais bastante patentes. Entre estas dimensões se encontram por exemplo, os tipos de material de construção utilizados, a adequação cultural ou os processos utilizados de tomada de decisões participativa. Os direitos à moradia têm relação com outros direitos, como o direito à propriedade, a herança, os direitos da mulher, o direito à participação e a expressão própria, que por sua vez possui dimensões culturais mais claras. O sr. Kothari insistiu que, a pesar das dificultades de implementação e eficácia, os instrumentos jurídicos têm uma grande importância, pois são ferramentas úteis para contra-restar ameaças concretas, para encontrar soluções a problemas específicos, discutir estructuras de poder e ajudar a centrar nos direitos mais vulneráveis da sociedade. As principias obrigações dos distintos agentes neste sentido são, para ele, a implementação e o desenvolvimento da legislação existente, para alcançar um consenso global sobre direitos humanos e sua indivisibilidade. Por outra parte, destacou que para proteger às culturas é necesario proteger às pessoas e que muitas necessidades básicas como a água e a moradia adequada, deveriam tratar como um bem cultural e social. A última intervenção da sessão correu a cargo de Nawa El saadawi, reconhecida escritora e médica e presidenta de la Arab Women´s Solidarity Association. O fio argumentativo de sua apresentaçao, foi as diferentes formas em que se utiliza a linguagem como demarcação cultural, especialmente por parte dos Estados e agentes estatais mais poderosos. Reclamou o direito a resistir a tal uso, quer dizer, a que a identidade cultural própria não venha imposta desde o exterior. Em especial, abordou a forma em que as culturas e os países árabes são representados e definidos nos meios de comunicação e a política ocidentais. Examinou estas representações e usos terminológicos em distintos contextos, conectando-os com as relações contemporâneas de poder entre Estados e, reclamou que se conectem ativamente a desidência e a criatividade para desvelar estas relações de poder e os mecanismos políticos que operam depois delas. Finalmente, fez uma chamada a “desvelar as mentes” e resistir à ignorância de nossos entornos. No debate que seguiu, destacaram-se três pontos cruciais para uma melhor definição dos direitos culturais e para a utilidade futura destes. Foram os seguintes: A questão dos direitos não podem se separar da questão do poder; e os deveres e ações em nível internacional, nacional e da sociedade civil, devem examinar cuidadosamente à luz destas questões. Igualmente e em relação com o anterior, o papel do mercado deve ser analisado e observado no que se refere aos direitos culturais. Em terceiro lugar, se afirmou que inclusive quando um Estado ratifica um instrumento jurídico internacional, isto nem sempre significa que exista um verdadeiro compromisso por parte do Estado de implementar ou aplicar estes princípios. É necessário realizar um seguimento e assegurar a implementação real das convenções. Oficinas simultâneas Na sessão da tarde celebraram-se quatro oficinas sobre distintos aspectos relacionados com os objetivos do Diálogo e das principias linhas de trabalho, os direitos culturais e o desenvolvimento humano. Minorias  A oficina sobre Minorias foi organizada pela Agência Espanhola de Cooperação Internacional (AECI) e incluiu distintas análises, desde a perspectiva das comunidades locais até o tratamento das minorias étnicas, nacionais e culturais no direito constitucional e no marco jurídico de diferentes países. Ao considerar que o título da sessão era enganoso, várias intervenções destacaram a necessidade de conceber às minorias étnicas indígenas, não como “minorias” como tais, mas como elementos integrais de uma determinada sociedade. Uma parte crucial deste impulso, dice, era reconhecer o pluralismo cultural existente dentro dos Estados e reconhecer seus direitos culturais, sociais e políticos específicos. Neste sentido, se fez uma menção especial aos ayllus de Bolívia e a agenda elaborada em 2002 para solicitar ao governo deste país o reconhecimento do território dos povos indígenas e a convocatória de uma assembléia constituinte que incluísse os direitos de todas as pessoas e criasse políticas culturais indígenas. Também destacaram os movimentos indígenas da Argentina em favor das reformas legais e constitucionais. Outro elemento importante, afirmou alguns participantes, é o seguimento da implementação das normas e regras internacionais e das legislações nacionais de proteção das minorias e sua representação nos sistemas político e jurídico. Os assistentes à sessão, assinalaram os aspectos negativos da minorização dos povos indígenas, a considerar que coincide à falta de repeito e de dignidade. Foram muito reconhecidos os erforços realizados na legislação nacional e internacional, assim como as organizações dedicadas a tratar com os povos indígenas na formação de políticas públicas, incluídas às que afectam à quesotes indígenas. Os participantes recordaram que os povos indígenas disfrutam de muitas das conquistas da sociedade moderna, mas que rejeitaram a destruição do entorno natural, a acumulação de riqueza e o sistema de classes sociais. Igualmente, tratraram-se várias iniciativas em curso para elaborar e implementar políticas adequadas. Se centram, entre outros, no reconhecimento e o uso das línguas minoritárias, o estabelecimento de instituições específicas de observação e a recolhida de dados estatísticos e indicadores. O retorno da terra às comunidades indígenas e o apoio à educação descentralizada apareceram como outros temas prioritários. Acesso e participação  A segunda oficina da tarde tinha como tema o acesso e a participação e foi coordenado pelo Middle East Centre for Culture and Development (MECCAD). A sessão reuniu perspectivas de Oriente medio, Ásia, América Latina e Europa, que coincidiram em afirmar que a participação pode ser o principal impulso da cultura e o desenvolvimento, como se expressa entre outros o direito a participar na vida cultural. Tanto a crises do Estado nação clássico, como o papel mutante do mercado requerem que a sociedade civil adopte papéis e responsabilidades na organização da vida cultural que até agora haviam delegado primordialmente ao Estado. Mencionaram especificamente o impacto da globalização no desenvolvimento humano e a aproximação cultural ao desenvolvimento humano, como ferramenta mais adequada para assegurar a sustentabilidade deste setor. Em relação com o acesso, a participação e o desenvolvimento cultural, poderiam estabelecer indicadores relacionados com a apropiação de novas expressões culturais, indicam o lugar de produção e implicação do público em geral mediante ações participativas. Destacaram-se especialmente os aspectos territoriais do desenvolvimento cultural, que devem contribuir à elaboração de projetos justos e integrados. Como boas práticas se apresentaram dois projetos latino-americanos: uma rede argentina construída pela comunidade para fomentar a cultura mediante oficinas, organizações comunitárias, festivais públicos e programas de rádio, entre outros; e um programa participativo de México organizado pelos conselhos locais. Diversidade  A oficina sobre Diversidade, coorganizada pela Red Internacional para a Diversidade Cultural (INCD/ RIDC), também abordou a questão do desenvolvimento cultural local e a diversidade. Afirmou-se que o aspecto, a partir do qual pode estabelecer uma relação entre a diversidade cultural, os direitos culturais e o desenvolvimento humano é, a promoção das culturas locais. A criatividade local e as indústrias criativas podem ser uma força para contrarestar determinados aspectos de um mundo crescentemente globalizado. Para garantir estes avances, é necessário por uma parte, que as redes e a sociedade civil promovam a adoção de acordos internacionais para a proteção da diversidade cultural, e pela outra, que se aprove a legislação estatal a favor das culturas locais. Os dois aspectos da diversidade a ter em conta, segundo os coordenadores da sessão, são a diversidade entre países e a diversidade dentro das sociedades, entre a maioria e a minoria que não têm acesso à cultura. O coordenador de INCD/RIDC reconheceu que existe uma tendência à padronização, mas que a diversidade cultural e que os governos deveriam aplicar políticas para proteger a cultura nacional, mediante subsídios aos artistas, a regularização de conteúdos e o controle de monopólio. Em 2003, INCD/RIDC aprovou uma declaração para animar aos governos a trabalhar em prol da proteção e a conservação das línguas, o respeito da cultura e a não-transformação da cultura em uma mercancía. Enquanto aos indicadores culturais, se reconheceu que o fato de que os indicadores se referem principalmente ao bem estar econômico, é um problema cultural. Os participantes também reconheceram a importância de respeitar e compreender a cultura e de que os programas de desenvolvimento tomem em consideração às pessoas e seus problemas e identifiquem os fatores que podem adaptar a eles, porque em geral estes programas não consideram os problemas das pessoas. Se destacou igualmente que, em algumas sociedades se restringe o acesso à informação e as pessoas não conhecem nem compreendem o funcionamento de suas sociedades e remarcou que os aspectos culturais continuam sendo um fator impulsor em muitos países. Entre as boas práticas apresentadas nesta sessão estava a indtrodução de sistemas de cuota para os meios de comunicação – com o fim de que apoiem produções nacionais ou regionais e fomentem assím seu desenvolvimento – o de benefícios fiscais à inversão em produções culturais. A maior parte das contribuições consideraram que para garantir a diversidade cultural, deve-se educar e fomentar um consumo cultural crítico e responsável, por exemplo da produção cultural local, em vez de proibir o consumo de produtos globais. Desenvolvimento local e urbano  Organizado pelo Instituto de Cultura da Prefeitura de Barcelona (ICUB), a oficina sobre Desenvolvimento local e urbano também contou com contribuições provenientes de Gambia e Alemanha. A oficina desenvolveu três aspectos chave: A questão da inclusão social, com um acento em particular nos movimentos migratórios contemporâneos e a necessidade de conceber-lhes como uma oportunidade mais, que como um problema. A regeneração urbana ou em outros termos, a questão do que se deveria conservar e o que deveria ser substituído por novas construções; e a relação entre espaço público, identidade e território. A descentralização e os aspectos que a acompanham: devolução de competências e sua relação com os direitos culturais. A Agenda 21 da Cultura foi apresentada ao princípio da sessão. Este documento foi aprovado em maio de 2004 por 300 autoridades locais como plano de orientação para o desenvolvimento cultural a escala local. A Agenda 21 da Cultura pretende situar o desenvolvimento local no coração da elaboração de políticas urbanas. A Agenda deveria ser apresentada em breve à UNESCO e a UN-HABITAT, e dela realizarão um seguimento da associação Cidades e Governos Locais Unidos e as redes EUROCITIES e MERCOCIUDADES. Os exemplos apresentados mostraram que o contexto africano à descolonização, situou o conceito de cultura em primeiro termo na elaboração de políticas urbanas e locais, à causa da problemática da influência das culturas coloniais nas comunidades e especialmente nos termos da relação entre uma cultura “oficial” e as culturas locais. Sexta-feira, 27 de agosto SESSÃO PLENÁRIA: Cultura e qualidade de vida. Quais são os parâmetros? A última sessão plenária do Diálogo foi presidida por Colin Mercer, da organização Cultural Capital Ltd, com sede no Reino Unido. A mesa redonda iniciou com uma apresentação a cargo do professor colombiano Jesús Martín Barbero, que remarcou a importância de que, como indivíduos sejamos reconhecidos pelo que somos e destacou que todas as pessoas têm a necessidade de trabalhar, produzir e criar. Em sua opinião, estes princípios básicos para uma boa qualidade de vida se vêem atualmente ameaçados de forma constante em grande parte do mundo (América Latina, Ásia e África), a causa da imposição de valores mercantis. O professor Martín Barbero reclamou uma nova cidadania cultural no mundo, pois a cultura é chave para determinar que os cidadãos se sintam incluídos ou excluídos pelo sistema. E esta cidadania, insistiu, tem que tomar em consideração a diferença. A juventude tem uma função essencial em relação à sociedade, à invenção de novas linguagens artísticas e a evolução social e cultural. Em último termo, a chave para a qualidade de vida de uma sociedade reside na pluralidade de seus atores culturais. Atualmente, todo grupo cultural quer direcionar sua própria cultura e tem que surgir uma nova institucionalidade para fomentar a implicação das pessoas na gestão de suas identidades. Em seguida, Mécia Brito, da associação brasileira Nós do Cinema, falou da experiencia de haver crescido nas favelas e haver participado na equipe de produção do filme Cidade de Deus. Assinalou que os habitantes das favelas costumam ter má reputação, percebe-se negativamente sua identidade, tanto no próprio como no exterior. A produção deste filme de grande êxito afetou a este ciclo e permitiu um fenômeno de recuperação cultural: a população local começa a se sentir orgullosa de pertencer à comunidade, a valorizar sua história e a expressar suas inquietudes. Indicou assim mesmo que inclusive o resultado final de outras produções cinematográficas não tem o mesmo êxito, ele é menos importante que o processo criativo: é mediante este processo que se contrói a identidade. A vontade de mudar a percepção e a atitude do mundo frente sua realidade existente, começando pela produção destes filmes. Em sua intervenção, Alioune Sall apresentou o documento elaborado em Mozambique pelo Grupo de Trabalho sobre Indicadores Culturais do Desenvolvimento Humano na África, umas semanas antes do Diálogo. Destacou a grande importância do documento, titulado Indicadores Culturais do Desenvolvimento Humano: em direção a uma perspectiva africana, que identifica uma série de possíveis indicadores de medição. Como áreas prioritárias para a perspectiva africana se identificaram as seguintes: governo (pluralismo jurídico e político), equidade de recursos, acesso e distribuição, liberdades culturais, criatividade e empresa cultural, geração de conhecimento e outros temas transversais: capacitação, gênero e HIV-AIDS. Entre outras questões apontou que em África as identidades e os aspectos políticos estão muito relacionados, fato que contribui ao surgimento de conflitos. Do mesmo modo, considerou que as identidades baseadas no mercado marginam a África, considerando que o continente não participa tão ativamente no mercado mundial. Também reclamou igualdade entre nações e maior cooperação, tanto no continente africano e a diáspora como no resto do mundo, como forma de viver no futuro. Por este motivo, não pode reflexionar sobre os direitos culturais e o desenvolvimento humano a escala global sem ter em conta estas especificidades culturais e políticas. Para concluir, argumentou que a pobreza é indispensável para preservar a diversidade cultural: o mercado não deveria sujeitar a sociedade às suas regras. A seguinte vez correspondeu a Sydney Bartley, diretor de Cultura do Ministério de Educação, Juventude e Cultura da Jamaica, cuja intervenção abriu com uma pregunta sobre o significado do termo “qualidade de vida”: em sua opinião, esta, depende das expectativas de cada um e nela importam especialmente as questões cotidianas. Em segundo lugar, indicou que a identidade cultural não corresponde à identidade nacional, pois esta tende a esconder e subsumir outras realidades, por exemplo os grupos imigrados. A forma de alcançar a chamada qualidade de vida é a educação, mas uma educação sem prejuízos, sem situar a cultura própria por encima de outras e sem esconder os aspectos “não desejados” da História. Recordou que a multiculturalidade forma parte de cada um e que construir uma sociedade significa criar um espaço onde cada pessoa tenha importância. Destacou que a linguagem é um aspecto importante da cultura, mas advertiu que também pode ser um instrumento de discriminação das chamadas “culturas minoritárias”. Em último lugar, atraiu à atenção sobre os perigos para a cultura que podem supor alguns meios e formas de comunicação, ao distorcer a realidade ou utilizar uma linguagem pouco adequada ou equivocada. Em último lugar, Liu Thai Ker, do Arts Council de Singapura, se centrou no estudo de caso deste Estado e as dificultades encontradas ao tentar gerir a diversidade cultural provocada pelo rápido crescimento da cidade em todas as áreas nos últimos anos. O forte crescimento do país desnaturalizou sua cultura em certa forma. O desenvolvimento de um país e a articulação de suas identidades quando a mudança não é gradual, requer uma consideração específica. Este fenômeno de crescimento urbano e demográfico acelerado exige que a elaboração de políticas por parte das autoridades tenham uma vontade clara de proteger a diversidade e fazer frente à homogenização. Não se deveria pré-determinar o valor e o significado de uma cultura. Assim, é importante que se estabeleçam ações que reconheçam, respeitem, protejam e garantam a harmonia étnica, cultural e religiosa dos habitantes de todas as regiões e territórios. Sessão de encerramento  A sessão de fechamento abriu com um apresentação a cargo de Annamari Laaksonen sobre as principias conclusões iniciais do estudo sobre direitos culturais que a Fundação Interarts realiza atualmente. Para comprender melhor as necessidade culturais de pessoas e comunidades e suas opiniões sobre os direitos culturais, se elaborou um questionário, distribuído logo a 4.500 organizações e pessoas de todo mundo. A consulta combina questões referidas explicitamente a conceitos jurídicos com outras mais gerais, que permitam a reflexão sobre temas mais amplos de cultura e desenvolvimento. O objetivo do questionário é proporcionar uma imagen mais clara sobre a forma de interpretar os direitos, instrumentos e instituições culturais e suas conclusões deveriam servir para identificar temas para o desenvolvimento dos direitos culturais e saber como converter as políticas em um instrumento de diálogo. Segundo os dados disponíveis, mais de 90% dos entrevistadores consideram que a globalização tem um impacto na vida cultural de pessoas e uma grande maioria crê que existe uma necessidade urgente de proteger os direitos culturais. Quando se pedia para identificar os principias elementos que deveriam formar parte da definição de cultura, a “criatividade e expressão artísticas” são as respostas mais comumente escolhida pelos entrevistados, seguida do “modo em que a gente interpreta a sí mesmo e a seu modo de vida”. Também se pedia para identificar os aspectos mais importantes dos direitos culturais: em geral os aspectos relativos à “identidade coletiva” foram preferidos aos de “identidade individual”, enquanto que muitas respostas selecionaram igualmente a educação, o acesso e a participação. A informação recolhida até o momento indicava a percepção generalizada que os direitos culturais pertencem a todas as pessoas, em lugar de corresponder exclusivamente às minorias étnicas e religiosas ou aos artistas e, em peral, se reconhecia sua naturaza universal. Além dos direitos culturais, 80% dos entrevistados pensavam que também existem deveres ou responsabilidades culturais. As respostas à pergunta relativa a quais poderiam ser os instrumentos mais eficazes e abordar as violações dos direitos culturais em opinião dos entrevistados, concederam esta função em primeiro lugar às Nações Unidas, junto a um instrumento independente e encabeçado pela sociedade civil, para fazer um seguimento específico destas questões. Convidou-se aos participantes que ainda não o haviam feito, a completar o questionário. A sra. Laaksonen confiou que o Diálogo seria um passo mais, em direção a uma maior cooperação entre muitos agentes ativos neste terreno, que deveriam fortalecer sua capacidade de trabalhar conjuntamente, intercambiar informação e manter o impulso alcançado. Também explicou que Interarts acabava de lançar um Portal de Internet sobre Direitos Culturais ( HYPERLINK "http://www.culturalrights.org" www.culturalrights.org) em ocasão do Diálogo, e convidou aos participantes a utilizá-lo como ponto de encontro virtual para consultar e trocar informação. A contribuição seguinte veio a cargo de Robert Palmer, acessor especial do Diálogo, a quem correspondia a difícil tarefa de resumir as principias ideáis e avances recolhidos ao longo do Diálogo. Destacou que este acontecimento havia respondido a seus objetivos iniciais de proporcionar informação, compartilhar experiências e mobilizar a um setor fragmentado e diversificado. Isso se conseguiu congregando a uma ampla mescla de agentes; a pesar de que houvesse sido mais simples, reunir a um número reduzido de expertos, os organizadores optaram por permitir que todo mundo tomasse parte. O amplo leque de questões abordadas no Diálogo foi uma de suas fortalezas, como foi o rico diálogo alcançado nas sessões plenárias, nas oficinas e no resto de conversações mantidas. Entre as principias idéias recolhidas nas sessões se encontravam as crenças de que o setor cultural deveria se comprometer mais nos principias desafios aos que se enfrentam a Humanidade e que havia chegado a hora de criar uma aliança global no âmbito da cultura; isso deveria ir acompanhado da capacidade de implicar a mais pessoas e a organizações que não haviam participado no Diálogo, mas que podiam contribuir aos temas que nele se haviam tratado. Não era simples apresentar de modo explícito as conclusões do Diálogo, pois é difícil dar por terminado, em algum momento, um processo deste tipo. Mas em qualquer caso sugeriram alguns princípios, em forma de valores e crenças, de elementos relacionados com a cultura e a sociedade e formas de proceder no sucessivo. O sr. Palmer mencionou explicitamente a reunião de trabalho celebrada quinta-feira, 26, na que vários participantes haviam reunido para indicar a vontade de seguir cooperando; e sugeriu algumas formas de prosseguir o Diálogo mediante outros projetos. Em sua opinião havia demonstrado a necessidade e a vontade de levar o processo de muitos passos adiante. Finalmente, detalhou uma série de eventos previstos nos que poderiam apresentar as conclusões do Diálogo, com a esperanza de que organizações intergovernamentais, ONG, artistas, redes, organizações culturais e comunidades assumiram a responsabilidade de perseguir os princípios acordados. Se cada pessoa acendesse um fogo na escuridão, todos os fogos juntos serviriam para converter a noite em dia. Mediante uma citação final de Ben Okri, Palmer recordou aos participantes que constantemente nascem novos mundos. A mesa redonda final reuniu a representantes de distintas organizações e intituições que haviam prestado um apoio ativo ao Diálogo antes de sua celebração ou tinham a vontade de participar no processo de continuidade. Em primeiro lugar, Rosa Maria Carrasco, presidenta da Fundação Interarts, destacou a relevância do evento que ia concluir e se referiu também às dificuldades que o projetos haviam encontrado inicialmente ao tentar convencer a outras instituições da necessidade de organizar um Diálogo sobre Direitos Culturais no marco do Fórum 2004. Também indicou a vontade de sua organização de prosseguir com os esforços no âmbito da informação, o conhecimento e a cooperação cultural, para garantir a sustentabilidade das ideáis recolhidas no decorrer do evento. François Nizery, em representação da Comissão Européia, celebrou o fato que nos assuntos internacionais se reconhecesse de modo crescente o lugar da cultura, como demonstrava o recente informe do PNUD. Com tudo, os debates sobre direitos culturais não deveriam se centrar somente nas minorias, tendo em conta que a questão afeta a todas as pessoas. Além dos habituais conceitos de “diversidade”, “diálogo” e “desenvolvimento”, mencionou também a importância do “desejo” nos debates culturais. Também faltaria que nos diálogos, participassem os setores de convicções irreconciliáveis. Destacou que, não deveria situar a cultura no primeiro termo, dado que isso significaria cair no mesmo erro que atualmente se criticava, mas incluir a cultura na lista de valores. A experiência da União Européia poderia proporcionar um exemplo útil, ao demonstrar crescentemente sua vontade de tomar em consideração, a cultura nas políticas interiores e exteriores. Mas, era importante recordar que o desenho de políticas culturais deveria ser mais consciente das necesidades culturais do público. O apresentador seguinte foi Edgar Montiel, quem destacou o papel da UNESCO no processo que havia conduzido ao Diálogo e no próprio evento. Enquanto às questões do debate, apontou que haviam dois pontos de especial interesse: - por uma parte, o risco de formalizar excessivamente no terreno da cultura, já que algumas formas culturais baseadas em hábitos e tradições são difíceis de medir com indicadores padrões; por outra, considerou que faltavam novos parámetros para abordar a cultura na agenda internacional, para poder valorizar adecuadamente a contribuição da cultura à qualidade de vida. O Diálogo havia suposto uma boa oportunidade para analisar estas questões. Jaume Pagès, em representação do Fórum Barcelona 2004, admitiu que podiam haver existido dificultades quando se lançou por primeira vez a idéia do Diálogo, mas passou a felicitar às entidades coorganizadoras. O Fórum 2004, manifestou sua grande satisfação com os resultados do Diálogo e a segurança que seu legado seria patente em Barcelona, Catalunha, Espanha e inclusive, o mundo em geral. Finalmente, a secretaria de Estado do governo espanhol Leire Pajín, mencionou a relevância do debate sobre direitos culturais no contexto da globalização e referiu-se à importância da mobilização a escala global de agentes da sociedade civil ante ao desafios internacionais existentes. A Agência Espanhola de Cooperação Internacional queria publicar as atas do Diálogo. Também seria importante prosseguir com a investigação, a ação e o trabalho em rede, a pesar de reconhecer as dificultades de operar no âmbito dos direitos culturais. A AECI constatava o crescente reconhecimento da cultura no desenvolvimento e a cooperação internacionais e tinha a intenção de introduzir esta dimensão em suas relações internacionais, promovendo a diversidade cultural nos debates internacionais e proporcionando mais recursos aos projetos culturais na cooperação ao desenvolvimento. Como todos os apresentadores que a haviam precedido, destacou a sobressalente visão e a contribuição do desaparecido Eduard Delgado, ex-diretor da Fundação Interarts e originador do processo que havia conducido ao Diálogo. Para terminar, Robert Palmer pôs ponto final ao Diálogo, agradecendo às intituições organizadoras e às pessaos que haviam participado na gestão do evento. Direitos Culturais e Desenvolvimento Humano AECI (Agência Española de Cooperação Internacional) –Fundação Interarts- Fórum Universal das Culturas Barcelona 2004 – UNESCO PROGRAMA O Diálogo sobre Direitos Culturais e Desenvolvimento Humano tem como objetivo principal estimular a reflexão e o debate sobre a cultura e o desenvolvimento no século XXI. Nele se dão lugar a duas linhas de trabalho principias. Em primeiro lugar, se pretende debater a relevância dos direitos culturais, e especialmente do Direito a Participar na Vida Cultural, na sociedade contemporânea em peral e no desenvolvimento em particular. Em segundo lugar, se deseja trabalhar a favor da contribuição que a cultura faz ao desenvolvimento humano e encontrar ferramentas e indicadores para medir tal contribuição. A relação entre ambos objetivos fica garantida pelo fato de que advogar pelos direitos culturais sem medições adequadas que verifiquem seu cumprimento, pode não dar resultados práticos, enquanto que debater sobre indicadores sem uma referência sólida aos direitos culturais, suporia perder a qualidade intercultural exigível para um posicionamento global nesta matéria. O Diálogo incorpora três características básicas: Uma contribuição a projetos e iniciativas existentes sobre cultura e desenvolvimento em todo mundo, para encontrar sinergias e permitir que várias aproximações e perspectivas sobre a cultura na sociedade contemporânea possam se coordenar. Uma vontade de oferecer resultados tangíveis e duradouros, mediante 1) uma aproximação aos indicadores culturais do desenvolvimento e a definição de outros instrumentos para tal avaliação; e 2) a identificação de elementos chave do Direito a Participar na Vida Cultural. A ambição de combinar reflexões teóricas e acadêmicas con casos e implicações práticas da contribuição da cultura ao desenvolvimento, ao objeto de responder de modo direto às necesidades e interesses dos participantes do Diálogo. Objetivos principias Debater os possíveis elementos chave do Direito a Participar na Vida Cultural, direito definido no Artigo 15 do Pacto Internacional de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais das Nações Unidas. Identificar possíveis indicadores para medir a contribuição da cultura ao desenvolvimento humano, que possam ser úteis, tanto ao Índice de Desenvolvimento Humano do PNUD, como a outros processos de investigação e ao desenho de políticas. Desenvolver um plano de ação para a investigação, a informação e a ação na cultura, como elemento essencial para o desenvolvimento, garantindo a continuidade dos temas abordados ao longo do Diálogo e somando a outras iniciativas civís, públicas e privadas que situam a cultura no centro das estratégias de desenvolvimento. Línguas de trabalho das sessões plenárias: espanhol, catalão, francês e inglês. Línguas de trabalho das sessões da tarde: espanhol e inglês (exceto na sessão sobre Políticas Culturais de 24 de agosto: francês e inglês). Endereço do Diálogo: Fundação Interarts Dedicado à memoria de Edurard Delgado (1949-2004), fundador da Fundação Interarts  TERÇA-FEIRA, 24 de AGOSTO 09:30-12:30Inauguração Presidida por Robert Palmer, Acessor Especial do DiálogoDiscursos de Boas-vindasAlfons Martinell, Diretor Geral de Relações Cultuais e Científicas, Ministério de Assuntos Exteriores e de Cooperação, Agência Espanhola de Cooperação Internacional Katerina Stenou, diretora da Divisão de Políticas Culturais e Diálogo Intercultural Azza Karma, Programa de Nações Unidas para o Desenvolvimento, Direção Regional para os Estados Árabes Juan Enrique Vega, Representante Especial da Oficina do Alto Comissionado de Direitos Humanos para o Fórum 2004 Ramon Cosialls, Diretor, Fundação Interarts Jordi Portabella, Prefeito em função em Barcelona George Yudice, Diretor, Centro de Estudos Latino-americanos e caribenhos; Diretor, Projeto de Investigação para Políticas Culturais; Professor de Estudos Americanos. Universidade de Nova York.PausaSessão plenária: “Cultura, desenvolvimento humano, direitos. A participação na cultura como chave para o desenvolvimento humano”. - Sakiko Fukuda-Parr, Diretora, Oficina do Índice sobre o Desenvolvimento Humano, Nações Unidas.Intervenção artística - Pep Bou, BarcelonaAlmoço14:30-18:30Sessões:(Pausa 16-16:30h)Memória e Patrimônio (Coordenada por ICOMOS)Dinu Bumbaru, ICOMOS James K. Reap, Presidente, ICOMOS Comitê Internacional de Assuntos Jurídicos, Administrativos e Financieros Angelina S. Kamba, Presidenta do Patronato de Herare Internacional Festival of the Arts (Hifa), Zimbabwe Woljcieh Kowalski, Polônia Criatividade (Coordenada pela Fundação Interarts)Colin Mercer, Cultural Capital Ltd, Reino Unido Ramon Cosialls, Fundação Interarts, Barcelona Margaret Lai-Hung Shui, Association of Culture Environment Reform, Taiwán Zeljka Kozul-Wright, Indústrias Criativas e Desenvolvimento- Experiências de UNCTAD XI Políticas Culturais (Coordenada pelo Instituto Interdisciplinário de Ética e Direitos Humanos, IIEDH) inglês & francês.Patrice Meyer-Bisch, IIEDH, Suíça Raymond Weber, Lux-Development, Luxemburgo Corina Suteau, ECUMEST, Rumania Valerie Liechti, IIEDH, Suíça 18:45“Mishoni”Projeção do documental de Agustín Hatar, Tanzânia (30min) Subtítulos em inglês 20:00 – 21:00141 perguntas para 141 noites com Azza karma MIÉRCOLES, 25 de AGOSTO 9:00 – 09:30Resumo e síntese das sessões do dia anterior 09:30 – 13:00Sessão Plenária “Cultura e Desenvolvimento. Experiencias e perspectivas”.(pausa 11:00-11:30)Presidida por Máté Kovács, Observatorio de Políticas Culturais em África.Masayuki Sasaki, Universidade da Cidade de Osaka, Japão Lupwishi Mbuyamba, Observatorio de Políticas Culturais em África, Mozambique Johan Galtung, Professor de Estudos de Paz, Diretor TRANSCEND- Rede de Paz e Desenvolvimento Alinah Segobye, Universidade de Botswana Amareswar Galla, Universidade Nacional Australiana & Asia Pacifc Observatory for Culture in Development Almoço 14:30-18:30Sessões:(pausa 16:00-16:30)Turismo e Cultura (Coordenada por ATLAS)Grez Richards, Investigador na Fundação Interarts e diretor do programa de investigação sobre turismo cultural de ATLAS Michael Hall, Professor, Universidade de Otago, Nova Zelândia e experto em turismo internacional, cultura e patrimônio Florence Ian, Membro da Junta Internacional de ATLAS, China Línguas (Coordenada por Eurolang)Davyth Hicks, Eurolang Robert Dunbar, Universidad de Glasgow, Escócia/ Canadá Rafael Rodríguez-Ponga, Espanha Paula Kasares, Professora da Universidade Pública de Navarra Miquel Pueyo París, Diretor de Planificação Lingüística, Generalitat de Catalunha Cultura, Inclusão Social e Sociedade Civil (Arte Sem Fronteiras)Mónica Allende Serra, Presidente, Arte Sem Fronteiras, Brasil “Direitos culturais e diversidade” Saúl Sosnowski, Professor de Literatura e Cultura Latino-americana da Universidade de Maryland, Collage Park e Diretor do Centro para os Estudos Latino-americanos “Cultura e a sociedade sustentável” Teixeira Coelho, Professor e Coordenador do Observatorio de Políticas Culturais, Universidade de São Paulo, Brasil “Uma cultura para a paz” Nicolas Shumway, Tomás Rivera Regents, Professor de Literatura Hispanoamericana, Universidade de Austin, Texas Redes de arte e cultura (Coordenada pela EFAH, Fórum Europeu para as artes e o patrimônio)Alessando Stillo, Secretário peral da Associação Internacional para a Binenal de Artistas Jóvens / EFAH Eduardo Balán, Rede de Arte e Mudança Social, AVINA Risto Ruohonen, Federação Internacional de Conselhos de Arte IFACCA Educação e cultura (Coodenada por ELIA, Liga Européia de Institutos de Arte)Jeremy Diggle, ELIA Graham Jeffery, NewVic, Reino Unido Marcos Antonio Cândido Carvalho, Acessor Pedagógico da Coodenação de Arteducação Projeto AXE / AVINA, Brasil Ismael Ràfols, Coodenador da Rede, Associação Internacional de Cidades Educadoras Maria Ángeles Cabeza, Centro de Documentação; Associação Internacional de Cidades Educadoras 18:45Making of do documental “O diário de Tom” Jordi Barrachina, Barcelona 20:00 – 21:00141 peguntas para 141 noite, com Alioune Sall QUINTA-FEIRA, 26 de AGOSTO 9:00 – 09:30Resumo e síntesis das sessões do dia anterior 09:30 – 13:00Sessão Plenária “Direitos Culturais em perspectiva”Presidida por Juan Enrique Vega, Representante Especial da Oficina do Alto Comissionado das Nações Unidas de Direitos Humanos ao Fórum 2004 Stephen Marks, Universidade de Havard, Estados Unidos Nawal El Saadawi, Associação Solidariedad das Mulheres Árabes, Egito Millon Kothari, Relator Especial sobre a Moradia Adequada, Nações Unidas, Índia Yvonne Donders, UNESCO Almoço 14:30-18:30Sessões:(pausa 16:00-16:30)Diversidade (Coordenada pela Rede Internacional de Diversidade Cultural, INCD)Garry McNeil, Coordenador, INCD Leonardo Brant, Pensart, Brasil Augustín Hatar, Departamento de Belas Artes, Universidade de Dar Es Salaam, Tanzânia Minorias (AECI / Fundo Indígena)Jesús Prieto de Pedro, Universidade Aberta de Madrid, Espanha Humberto Mancilla, Advogado e diretor de cinema, Bolivia Rogelio Guanuco, presidente da Associação da República Argentina Carlos German Canhué, representante do povo ranquel Acesso e Participação (Coordenada pelo Centro de Oriente Médio para a Cultura e o Desenvolvimento, MECCAD)Iman Al-Hindawi, Diretora Executiva, MECCAD, Jordânia Sultan Muhammad Razzak, Diretor Executivo, Fórum para a Cultura e o Desenvolvimento Humano, Bangladesh Ivonne Cruz, Universidade Politécnica de Catalunha, Barcelona José Antônio Mac Gregor, CONACULTA, México Desenvovimento Local e Urbano (Coordenada pelo Instituto de Cultura de Barcelona, ICUB, Prefeitura de Barcelona)Oriol Balaguer, Diretor Peral, ICUB, Prefectura de Barcelona Carles Giner, Diretor de Investigação, ICUB, Prefectura de Barcelona Jordi Pascual, Investigador em Políticas Culturais e Desenvolvimento Urbano, Barcelona Burama Sagnia, Gambia / Senegal Rainer Blankenburg, RAW-Tempel e.v., Berlím, Alemanha 18:45“O anúncio da restauração” Projeção do documental de Humberto Mancilla, Bolívia (somente en castellano) 20:00 – 21:00141 pregunta para 141 noites com Sydney Bartley SEXTA-FEIRA, 27 de AGOSTO 9:00 – 09:30Resumo e síntesis das sessões do dia anterior 09:30 – 13:00“Cultura e qualidade de Vida: Como sabemos? Presidida por: Colin Mercer, Culture Capital Ltd, Reino UnidoAlioune Sal, Representante del Task Force de Expertos sobre Indicadores Culturais para o Desenvolvimento Humano em África, Senegal Sydney Bartley, Ministério de Cultura, Jamaica Jesús Martín Barbero, Professor, Colombia Mércia Brito, Nós do Cinema, Brasil Liu Thai Ker, Conselho de Arte de Singapur Almoço 14:30Sessão Plenária Final Resultado do estudo sobre Direitos Culturais Annamari Laaksonen, fundação Interarts, Informe do Diálogo Informe do Diálogo Robert Palmer, Asesor Especial para o Diálogo 15:30Encerramento Rosa Maria Carrasco, Fundação Interarts Jaume Pagès, Delegado do Fórum Universal das Culturas Barcelona 2004 Edgar Montiel, UNESCO François Nizery, Comissão Européia Leire Pajin, Secretaria de Estado de Cooperação Internacional e Presidenta da Agência Española de Cooperação Internacional, Espanha  Durante o Congresso, ma mesma sede do Congresso, a Agência Española de Cooperação Internacional, organiza uma exposição de cartazes de ilustradores e desenhadores espanhóis e ibero-americanos sobre os Direitos Culturais. Cultura(s) – alternativas, diversidade, direitos  Organizado pela Fundação Interarts, UNESCO, Agência Española de Cooperação Internacional e o Fórum Barcelona 2004 Coordenadora do Diálogo: Annamari Laaksonen, Fundação Interarts  HYPERLINK "mailto:alaaksonen@interarts.net" alaaksonen@interarts.net Inscrição:  HYPERLINK "http://www.barcelona204.org" www.barcelona204.org – diálogos – o papel da educação e cultura no desenvolvimento – direitos culturais e desenvolviemtno humano Ou diretamente via: Entidades Colaboradoras: SEGUNDA-FEIRA, 23 de AGOSTO Pré-conferência especial: “Os espaços multiculturais na mundialização” Esta conferência de um dia de duração é uma jornada anexa do Diálogo sobre Direitos Culturais e Desenvolvimento. Está organizado integralmente pela Organização dos Estados Iberoamericanos para a Educação, a Ciencia e a Cultura (OEI), a Organização Internacional da Francofonia (OIF), a Comunidade de Países de Lengua Portuguesa (CPLP), e a União Latina (UL). Trata-se do terceiro encontro que tem lugar na linha de trabalho dos “Três espaços linguísticos” (francofonia, hispanofobia e lusofonia), no marco da cooperação entre as organizações internacionais representantes destes espaços mencionados acima. 09:00 – 11:00Sessão de abertura Alfons Martinell Sempere, Ministério de Asuntos Exteriores Eugenio Bregolat, Embaixador em missão especial para o Fórum Universal das Culturas Barcelona 2004 Os três espaços linguísticos como modelo de articulação dos espaços linguísticos e culturais do mundo Francisco Piñon, Secretário Geral da OEI Bernadino Osio, Secretário Geral da União Latina Abdou Diouf, Secretário Geral da OIF Mongi Bousnina, Diretor Geral ALESCO Os desafios da diversidade cultural Katerina Stenou, UNESCO Rafael Rodríguez-Ponga, Espanha Fernando Gómez-Riesco, Espanha 11:00 – 11:30Apresentação do Foro Permanente sobre o Pluralismo Cultural A cargo de membros do seu Comitê Científico 11:30 – 13:30Pensar a Mundialização cultural: os desafios geoculturais Jesús Martín Barbero, kl|‘”³    $ \ ^ F H   [ \ Š Œ ® ¯ Ð üîãîÚÑÚó§™§³‹ziziz‹zi[i[i[ihé;’CJOJQJ^JaJ h{tËhÔlQCJOJQJ^JaJ h{tËh* 8CJOJQJ^JaJh-zCJOJQJ^JaJh{tËh* 85OJQJ^Jh{tËh* 85OJQJh{tËh* 85CJOJQJaJh{tËh* 85OJQJ^Jhg@ü5OJQJh* 85OJQJh* 85OJQJ^Jh* 8h* 85OJQJ^Jhg@ü     Fklm{|ýýýýýýýýýýýýýýýýññññññ $$Ifa$gd* 8çÉ Êýý|}~€‚ƒ„…†‡ˆ‰Š‹Œ—$a$gd* 8gkd$$If–FÖÖ”ÿX!Ä! tàÖ0ÿÿÿÿÿÿö6ööÖÿÖÿÖÿÖÿ4Ö4Ö laöŒŽ‘’“”•±²³é    ÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷î $Ifgd* 8$a$gd* 8  ‚ƒ45tuéê,-„|tttttttttt$a$gdþ9ï$a$gd* 8{kdI$$If–FÖÖ”ÿX!Ä! 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Burkina Faso 15:30 – 17:00Construir o pluralismo cultural: atores, territorios e espaços Joelle Farchy, França Jesús Prieto de Pedro, Espanha Silvia, Baléa, Rumania 17:00 – 18:30Governar a mundialização cultural: exceção, diversidade, pluralismo Presidente-moderador: Pierre Calame, Fundação pelo Progresso do Homem Jean Tardif, Canadá-Québec Renato Ortiz, Brasil Patrick Zelnik, França 18:30 – 19:00Sessão de encerramento: Síntesis dos debates     PAGE  PAGE 49 ¿ÈÀÈÎÈÉXÉsɈɟɠɫŸ““ƒƒƒƒ$ & F$Ifa$gd6á $$Ifa$gdŸ) $$Ifa$gd@©Skdª6$$If–FÖ0”ÿ¼X!(œ tàö6ööÖÿÿÖÿÿÖÿÿÖÿÿ4Ö4Ö laö É¡É¯ÉÜÉÝÉÞÉßÉ«Ÿ“?77$a$gd ,SkdÎ7$$If–FÖ0”ÿ¼X!(œ tàö6ööÖÿÿÖÿÿÖÿÿÖÿÿ4Ö4Ö laö $$Ifa$gdŸ) $$Ifa$gd@©Skd<7$$If–FÖ0”ÿ¼X!(œ tàö6ööÖÿÿÖÿÿÖÿÿÖÿÿ4Ö4Ö laöÅÉÛÉÜÉÝÉÞÉßÉçÉèÉêÉëÉíÉîÉðÉñÉóÉôÉúÉûÉüÉþÉÿÉÊÊÊ Ê Ê Ê ÊÊðáϽ®ð¦¢¦¢¦¢¦¢˜’˜’Ž˜’˜ƒ˜’Ž¢ðhLÇ0JmHnHuhp« hp«0Jjhp«0JUh@©jh@©UhŸ)5CJOJQJ^JaJ#hŸ)h ,5CJOJQJ^JaJ#hŸ)h6á5CJOJQJ^JaJh6á5CJOJQJ^JaJhLÇ5CJOJQJ^JaJßÉàÉáÉâÉãÉäÉåÉæÉçÉéÉêÉìÉíÉïÉðÉòÉóÉüÉýÉþÉ Ê Ê Ê ÊÊ÷÷÷÷÷÷÷÷õõõõõõõõéàõéàõõ÷„h]„hgdÚ{ „øÿ„&`#$gdØ- 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